Menu

Widgets

Translate to English Translate to Spanish Translate to French Translate to German Google-Translate-Portuguese to Italian Translate to Russian Translate to Chinese Translate to Japanese

Rating: 4.6/5 (14653 votos)

ONLINE
2






Total de visitas: 898648

PORTAL SJ - INICIO



 

Câmara

CÂMARA DE VEREADORES DOA VEÍCULO PARA

DEPARTAMENTO DE ESPORTES

 

Os atletas do futsal de São José das Palmeiras e demais membros da comunidade,

estiveram presentes durante a 25ª Sessão Ordinária, ocorrida na noite da última segunda-feira (15)

às 20 horas na Câmara de Vereadores.

Na oportunidade foi realizada a doação de um Celta ano 2003/2004,

ao Departamento de Esportes.

 

O Celta doado pelos Vereadores era de uso exclusivo da Câmara e a

proposta é que a partir de agora seja utilizado pelo Departamento de

 Esportes do município.

A ação foi iniciativa do Presidente da Câmara de Vereadores,

Osvaldo Pierazo com apoio dos demais vereadores.

 

O Presidente da Câmara efetuou a entrega da chave do veículo

ao treinador do futsal, Júlio Cesar Xavier.

 

CONFIRA AS FOTOS EM NOSSO FACEBOOK

 


 

reunião  reunião

PREFEITURA E ITAIPU REALIZAM REUNIÃO PARA DISCUTIR

TERMOS DE CONVÊNIO VIGENTE NO MUNICIPIO.

 

Na tarde de segunda-feira (15) foi realizada uma reunião com a participação do

Prefeito em Exercício, Gilberto Salvador, Diretor do Meio Ambiente, Quirino Kesler

e Gestor Ambiental de Itaipu Binacional, Edison Poier, com o objetivo de afinar

os detalhes do Convênio 4500022177, entre a prefeitura de São José das Palmeiras e a Itaipu,

que contempla várias atividades no município.

O convênio em vigência trata sobre “Manejo Conservacionista de Água e Solo,

Educação Ambiental e Monitoramento Ambiental Participativo”.

Valor total R$755.918,12

Contrapartida do Município: R$291.316,86

Contrapartida de Itaipu Binacional: R$464.601,26

O convênio em vigência é de 36 meses a partir da data de assinatura, sendo que o mesmo

foi assinado no dia 14 de abril de 2012.

A parceria entre o município e Itaipu já garantiu várias ações nas

Microbacias hidrográficas conveniadas:

Arroio São Joaquim, dos Córregos Vergueira e Barra Funda e da Linha São João e Maria Gorete,

além da faixa de Proteção do Reservatório, dentro do município de São José das Palmeiras.

A reunião desta segunda-feira foi de muita importância para consolidar as ações executadas

e segundo o Diretor de Meio Ambiente, Quirino Kesler, “foram gastos 50% do valor do Convênio

e a expectativa é investir os outros 50% do convênio para dar continuidade aos trabalhos

que deverão ser finalizados até o fim deste ano com ações relevantes de:

conservação de solo, cascalhamento, proteção de nascentes, abastecedores comunitários,

aquisição de sementes para adubação verde e forragens, galerias fluviais e outros”,

explica Kesler.

Portal SJ


 

CISCOPAR  CISCOPAR

PREFEITO EM EXERCÍCIO DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS PRESENTE NA ENTREGA

DE ONIBUS AO CISCOPAR

 

Na manhã desta quarta-feira (10) o Prefeito em exercício de São José das Palmeiras,

Gilberto Salvador, juntamente com o presidente da Câmara de Vereadores,

Osvaldo Pierazo e do Secretário Municipal de Saúde, Eronises Fernandes da Silva, participaram

da solenidade de entrega de cinco ônibus, provenientes da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa),

ao Consórcio Intermunicipal de Especialidades Costa Oeste (Ciscopar).

A ação aconteceu em frente à nova sede do Ciscopar, localizada no Jardim Coopagro

na cidade de Toledo, com a presença do Diretor da 20ª Regional de Saúde, Odacir Fiorentin,

representando o Secretário Estadual de Saúde Michele Caputo Neto, onde foi realizada

a entrega dos cinco ônibus ao Presidente do Ciscopar, Jucenir Leandro Stentzier.

O evento contou também com a presença de demais Prefeitos e Secretários da Saúde

dos 18 municípios consorciados.

ciscopar

Os veículos adquiridos pelo estado foram solicitados no ano passado e são extremamente

necessários para os 18 municípios da área de abrangência da 20ª Regional de Saúde que

pertencem ao Consórcio, servirão para suprir a demanda, no caso de necessidade de

transportar seus pacientes a Toledo ou levar para outras cidades, como Cascavel,

para consultas e exames especializados, além de auxiliar os municípios consorciados

quando seus veículos estiverem passando por manutenção.

Os ônibus, com capacidade para 24 pessoas, são adaptados para cadeirantes e vem com ar

oferecendo mais conforto aos usuários.

ciscopar

Confira as fotos em nosso Facebook (Cidade São José)

PORTAL SÃO JOSÉ


 

SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS REALIZA DESFILE CÍVICO 

desfile

CONFIRA AS FOTOS EM NOSSO FACEBOOK (CIDADE SÃO JOSÉ)

Fotos do desfile (Álbum 1)  Fotos do desfile (Álbum 2)

Fotos do desfile (Álbum 3) Fotos do desfile (Álbum 4)

desfile 

Foi realizado na manhã deste domingo 07 de Setembro, com início às 09h30min,

  em São José das Palmeiras o Desfile Cívicoem comemoração a Independência do Brasil.

O ato cívico aconteceu na Avenida José Bonifácio,contou com a apresentação da fanfarra municipal,

com a participação de estudantes e professores da rede municipal e estadual de ensino

 e  membros de diversas entidades que atuam em diferentes áreas no

 município de São José das Palmeiras.

 desfile

O evento contou com a participação de um grande público,que assistiu o Desfile Cívico

em homenagem ao Dia da Independência.


 

BANDEIRA  BANDEIRA

JURAMENTO A BANDEIRA REÚNE 40 JOVENS SAOJOSELIENSE

“Cidadãos dispensados” declarou o capitão Edson Pazzini Ferrari

 (da 19ª Delegacia de Serviço Militar de Cascavel),

 na cerimonia de Juramento à Bandeira Nacional, que liberou 40 jovens da classe de 1996

e anteriores de São José das Palmeiras da prestação do Serviço Militar. 

CONFIRA AS FOTOS EM NOSSO FACEBOOK

 

A cerimonia conduzida pelo delegado da 19ª Delegacia de Serviço Militar de Cascavel,

Capitão Edson Pazzini Ferrari,

aconteceu na manhã desta terça-feira,(02/09)e contou com a presença do Prefeito em exercício,

Gilberto Salvador, vereador Olavo Dapper,

secretária da Junta de Serviço Militar do município, Ilse Maria Stefen

 e representantes dos pais dos jovens dispensados.

A solenidade reuniu os jovens dispensados da prestação do serviço militar,

que após a execução do Hino Nacional Brasileiro,declararam lealdade e compromisso

em defender a Pátria Brasileira.

 

ENTREGA DOS CERTIFICADOS DE DISPENSA DE INCORPORAÇÃO

Na oportunidade, Gilberto Salvador, fez a entrega doCertificado de Dispensa de Incorporação

ao Jovem Thomas Jéferson da Silva Miranda. 

O Vereador Olavo Dapper, fez a entrega ao jovem Leonardo Alves de Oliveira Júnior. 

A secretária da Junta do Serviço Militar, Ilse Maria Steffen,fez entrega ao jovem Eduardo Vinicius Klein. 

O professor Luiz Carlos Brisqueleal,

fez a entrega a seu filho Jean Carlos Pianta Brisqueleal. 

A professora Luciana Pianta Birsqueleal, fez a entrega ao jovem Elerson Alan Maraskim.

O senhor Pedro Alfredo Ferreira, fez a entrega a seu filho, Pedro Alfredo Ferreira Júnior.

O Capitão Edson Pazzini Ferrari, fez a entrega ao jovem, Steffen Thiago Ferreira Neves,

Sendo ao final da solenidadeefetuada a entrega dos Certificados de Dispensa

de Incorporação aos demais jovens presentes.


 

COHAPAR

HABITAÇÃO: PREFEITURA E COHAPAR REALIZAM SORTEIO DOS

 LOTES E QUADRAS DO PROJETO SUB-50

 

A Prefeitura Municipal de São José das Palmeiras,em parceria com a

Companhia de Habitação do Paraná (COHAPAR), realizou na última terça-feira, dia 02 de setembro,

 o sorteio dos lotes e quadras para as famílias do Programa SUB 50,do Programa Minha Casa, Minha Vida,

 referente ao conjunto habitacional,que contempla 40 unidades habitacionais.

 CONFIRA AS FOTOS EM NOSSO FACEBOOK

 

A ação aconteceu às 14h00minna Câmara de Vereadores,

 com a presença dos beneficiários da 2ª Oferta Pública de Recursospara Municípios com até 50.000 habitantes – Sub50,juntamente com representantes da Prefeitura Municipal e da COHAPAR.

A ação teve por objetivo chamar os beneficiários para realizar o sorteio da quadra e lote,

designando assim cada família para seu futuro imóvel.

 Foi realizada uma apresentação do loteamento, para esclarecer as famílias,e explicado também,

o processo de definição de quadra e lote, que foi por sorteio e procedeu da seguinte forma:

 

1 – Foram sorteados as famílias que possuem pessoas com deficiência física

e oportunizado aos mesmos a escolha da quadra e lote mais adequado,

segundo suas próprias percepções. 

2 – As demais famílias foram chamadas por ordem alfabética,

as quais definiram suas quadras e lotes de forma aleatória,

retirando bilhetes de um recipiente com as respectivas designações. 

3 – As famílias ausentes tiveram seus bilhetes retirados

por um representante da COHAPAR.

 

O registro do sorteio de cada imóvel foi registrado em folha própriae assinada pelos representantes das famílias,nos casos em que não havia um representantena parte de assinaturas marcou-se “AUSENTE”.

Portal São José


 

FORMATURA

FORMATURA PARA CONCLUINTES DO CURSO DE

AUXILIAR ADMINISTRATIVO (PRONATEC)

 

CONFIRA AS FOTOS EM  NOSSO FACEBOOK

 

Foi realizada na noite desta quinta-feira (28), na Câmara de Vereadores de São José das Palmeiras,

a formatura de 14 alunos do Curso de Auxiliar Administrativo. 

o Curso foi Realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC),

em parceria com o demandante MDS e CRAS de São José das Palmeiras,

através do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC). 

O Pronatec – Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e

Emprego é uma iniciativa do Ministério da Educação.

 

Foi criado em outubro de 2011 e é muito mais do que a oferta de cursos gratuitos.

 

É uma oportunidade de valorização pessoal e profissional ao oferecer, em parceria com o SENAC,

cursos técnicos e de qualificação profissional sem custo para as pessoas atendidas pelo Programa.

 

O evento contou com a presença do prefeito em exercício, Gilberto Salvador,

do Gerente Executivo Marcos Vinícios Homem da Cruz,

da Técnica de Educação Profissional do SENAC,

Cintia Renata Schnitzer Limberger e autoridades locais.

FORMATURA 

OBJETIVO DO CURSO

O curso teve por objetivo qualificar os participantespara atuar no ambiente empresarial,

apoiando e desenvolvendo atividades relacionadasàs rotinas administrativas de recursos humanos,

finanças, atendimento, materiais, almoxarifado e estoques.

 

PERFIL PROFISSIONAL DO ALUNO APÓS O CURSO

O auxiliar administrativo executa serviços de apoio nas áreas derecursos humanos, finanças e logística,

atendendo fornecedores e clientes,além de fornecer e receber informações sobre produtos e serviços.

 Esse profissional cumpre suas tarefas observandoos procedimentos e o contexto administrativo

onde está inserido.

 

O prefeito em exercício, Gilberto Salvador,destacou a importância de ter um curso profissionalizante

para entrar no mercado de trabalho.

“É importantíssimo o aperfeiçoamento das pessoas para o

mercado de trabalho e os alunos do SENACestão saindo bem preparados

e aptos para atuarem no mercado de trabalho”.

 

Após a entrega dos certificados, houve um delicioso coquetel

Com todos os presentes no evento.


 

PORTAL SÃO JOSÉ - O MELHOR ESTA AQUI...!
UM VEICULO PARA DIVULGAR O QUE SÃO JOSÉ TEM DE MELHOR

 


 

PORTAL SÃO JOSÉ - SITE E BLOGS - INFORMAÇÃO - DIVULGAÇÃO

 

FORMATURA

SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS REALIZA FORMATURA

DE 28 ALUNOS DO CURSO DE

 COSTUREIRO INDUSTRIAL DO PRONATEC

 

O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e

 Emprego (Pronatec)

 Brasil Sem Miséria, em parceria com o SENAI

 e Prefeitura Municipal de São José das Palmeiras,

através do CRAS e Secretaria Municipal de Assistência Social,

 certificou 28 alunos do Curso de

 Costureiro Industrial com os certificados de qualificação profissional.

FORMATURA  FORMATURA 

O evento aconteceu às 19h na ASMUP

e na oportunidade participaram várias autoridades,

 entre elas, o Vice-Prefeito, Gilberto Salvador,

a Coordenadora da Área Têxtil Vestuário do SENAI, Dirce Guarato,

 instrutora do curso e familiares dos formandos.

 

O curso iniciou no mês de março, teve uma carga horária de 4 horas,

 de segunda a sexta-feira, atingindo ao todo 200 horas de duração

 e foi aplicado no Colégio Estadual São José,

tendo como instrutora a Técnica Ana Lucia Faxina,

 

CONFIRA AS FOTOS EM

NOSSO FACEBOOK

 


 

sesc  sesc

SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS RECEBE ESPETÁCULO ”BAGAÇA REGISTRADA”

 

Na tarde da última quarta-feira (06), o SESC de Marechal Cândido Rondon,

trouxe ao município de São José das Palmeiras o Espetáculo “Bagaça Registrada”.

 

O evento aconteceu às 15h30min no saguão da Escola Municipal Regente Feijó

e teve como público alvo os alunos do CMEI Professora Luciana Brum,

da Escola Municipal Regente Feijó, professores e funcionários destas Instituições.

CONFIRA ... LEIA MAIS...

 


 

 iVAN VERA

SÃO JOSÉ RECEBE VISITA DO SECRETÁRIO DE ENERGIA DA ONU

 

CONFIRA AS  FOTOS EM

NOSSO FACEBOOK

               

Ocorreu no inicio da manhã as 09h00m desta terça-feira (05),

 a visita do Secretário de Energia da Organização das Nações Unidas (ONU),

Ivan Vera, em São José das Palmeiras.

Ivan Vera é especialista sênior de desenvolvimento sustentável

Da Divisão de Desenvolvimento Sustentável, do Departamento de Assuntos.

Econômicos e Sociais (Desa), da ONU.

 

O Prefeito de São José das Palmeiras, Nelton Brum, acompanhou

o secretário de Energia da ONU-Organização das Nações Unidas-, Ivan Vera,

o diretor de Coordenação da Itaipu Binacional, Nelton Miguel Friedrich,

entre outras autoridades numa visita técnica  à Comunidade Codal.

 

O grupo promoveu uma visita a uma mina e teve conhecimento de todo

o trabalho aplicado para sua recuperação, manutenção e mostrando na prática

todo o trabalho desenvolvido em parceria com a

Prefeitura Municipal com a Itaipu- Binacional.

 

As autoridades estão conhecendo os projetos desenvolvidos

com o apoio da ITAIPU - Binacional na região da Bacia do Paraná 3 (BP3).

 

O secretário cumpre extensa agenda de visitas durante esta semana

 em municípios do Oeste do Estado.

 A programação é capitaneada pela Itaipu Binacional.

Portal São José


 

caixa de água

INTERIOR DO MUNICIPIO DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS
RECEBE INSTALAÇÃO DE CAIXA D’ÁGUA

 

CONFIRA ... LEIA MAIS ...

 

CLUBE DE MÃES DO INTERIOR PARTICIPA DE CURSO:
TRABALHADOR NO BENEFICIAMENTO E
NA CONSERVAÇÃO DE PESCADO

PESCADO

A Secretaria de Assistência Social de São José das Palmeiras,
em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR)
desenvolveu um curso com o tema:
Trabalhador no Beneficiamento e
na Conservação de Pescado.

 

CONFIRA FOTOS E VÍDEO ... LEIA MAIS ...

 ASSISTA O VÍDEO AQUI

 


 

 

SAÚDE

SECRETARIA REALIZA O DIA “D” DA SAÚDE DO HOMEM

As atividades aconteceram durante o encontro do Clube de Idosos Estrela da Tarde

 FOTOS EM NOSSO FACEBOOK

Com o objetivo de promover uma campanha destinada aos cuidados com a Saúde dos Homens, na Unidade Básica de Saúde, a Secretaria Municipal da Saúde de São José das Palmeiras, organizou diversas atividades de prevenção à Saúde do Homem.

Além das consultas realizadas no Centro de Saúde, foi realizado, em dois dias, o Dia “D” da campanha.

O primeiro dia da campanha aconteceu na última quarta-feira (20), e foi direcionada aos participantes do Clube do Idoso Estrela da Tarde.

 

A ação envolveu a Equipe da Unidade Básica de Saúde

 de São José das Palmeiras e as acadêmicas do Curso de Farmácia da UNIPAR de Toledo.

De acordo com a enfermeira responsável pela Atenção Primária em Saúde, Luisa Ogregon,

“nos dois dias de ações, foram atendidas 350 pessoas,

sendo no total de 100 homens, destes a metade apresentou alguma alteração ou queixa, onde foi realizada orientações aos mesmos”.

“Durante está ação foram detectados vários pacientes com Hipertensão (Pressão Alta)

e Glicemia (teste para diabetes) alterada e ½ destes pacientes não realizam exames de rotinas,

1/3 desta população não sabia que estava apresentando alteração de pressão e glicemia.

Pode-se confirmar as estatísticas da pesquisas realizadas de que os homens não cuidam de sua saúde e a

 conseqüência é graves problemas de saúde que poderiam ser evitados.

Nossa ação foi realizada e continuará na Unidade Básica de Saúde para que os homens se conscientizem de que precisam cuidar de sua saúde e que realizar exames a partir dos 40 anos, é necessário para prevenir problemas de Saúde”.

“Estamos à disposição para qualquer dúvida na

 Unidade Básica de Saúde”.

 “Não importa o tipo de Homem que você é, Seja do tipo que cuida da sua saúde”.

Enfermeira Responsável pela Atenção Primaria em Saúde. Luisa  Ogregon

 

SOBRE A CAMPANHA DO DIA “D” DA SAÚDE DO HOMEM

Segundo dados do IBGE, homens brasileiros vivem em média sete anos a menos que as mulheres e têm mais doenças do coração, câncer, diabetes e colesterol.

Os Médicos afirmam que eles são descuidados com a saúde. “O homem é mais displicente com sua saúde. 

Vai menos ao consultório, demora mais para retornar quando pede exame, se passamos um remédio ele luta para não tomar.

São poucos os que aderem rapidamente ao tratamento.

 Se ele tem um derrame ou um enfarte, faz tudo direitinho.

 Ele precisa de um susto, mas o médico é eficaz antes do susto".

Segundo Dr. Carlos Alberto Machado, diretor de Promoção de Saúde Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia descreve uma, situação alarmante quando observados os números fornecidos pelo Ministério da Saúde.

 Das 665.551 mortes masculinas – contra 504.415 óbitos femininos – em 2011, 175 mil ou 26% foram causadas por doenças do aparelho circulatório, seguido de causas externas – crimes e acidentes de trânsito, por exemplo – (119 mil mortes), neoplasias – câncer e tumores – (98 mil mortes) e doenças do aparelho respiratório (66 mil mortes).

Alguns levantamentos realizados através de pesquisa em 2011 que, uma das principais causas para tantas mortes em decorrência de doenças cardiovasculares entre os homens é a alimentação.

Eles ingerem carne com gordura com mais freqüência, tomam mais refrigerantes e comem menos frutas e hortaliças.

 Não contente, a ala masculina também fuma mais que a feminina.

 Dados da pesquisa revelam números assustadores onde mostra a incidência de vítimas fatais de doenças cardiovasculares como infartos, derrames, hipertensivas, entre outras, das quais 52,43% são homens.”

“Homens não falam sobre câncer".

 Após sofrer em silêncio com câncer de próstata, testículos, mama e de outros tipos.

  Se você estiver preocupado, fale com alguém e agende uma consulta.

“Para alertar os homens sobre o câncer de próstata e

outras doenças que os acometem.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde),

 o principal fator de risco é a hipertensão, depois vem o sedentarismo, tabagismo, diabetes, obesidade e o colesterol.

 Quanto mais precoce for o diagnóstico desses fatores de risco, melhor para o homem”.

 

Portal São José 


 

EDUCAÇÃO

MAIS EDUCAÇÃO SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

 

Com o objetivo de dar sequencia ao Programa Mais Educação, na tarde desta quarta-feira (20),

os alunos do Colégio Estadual São José, participantes do

Programa Mais Educação, acompanhados pelo professor, Ilton Veiga, fizeram uma visita técnica a horta municipal, para conhecer e aprender o processo de cultivar uma horta.

No encontro, os alunos receberam orientações – teóricas e práticas – do responsável pela horta municipal, Adão da Silva.

As ações incluem itens como a construção dos canteiros, técnicas e época de plantio, técnicas de conservação do solo e maneiras de preparar as hortaliças colhidas.

Durante a execução do programa, os alunos aprenderão técnicas de reestruturação das hortaliças e vegetais, formas de combate a fungos e outros problemas durante o cultivo, bem como técnicas para erradicar o uso de agrotóxicos, principalmente no ambiente escolar e familiar.

De acordo com o responsável da horta municipal, as hortaliças são mais nutritivas e saudáveis, principalmente se ela for produzida de forma orgânica. 

PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO

O Programa Mais Educação, ofertado pelo Ministério da Educação (MEC), tem o objetivo de melhorar o ambiente escolar, oferecendo atividades nas áreas de acompanhamento pedagógico, meio ambiente, esporte e lazer, direitos humanos, cultura e arte, cultura digital, prevenção e promoção da saúde, educomunicação, educação científica e educação econômica. O Programa prioriza instituições de ensino localizadas em capitais e regiões metropolitanas que têm baixo índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

O Programa é realizado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC), em parceria com a Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC) e com a Secretaria de Estado da Educação do Paraná.

Os recursos para a realização das atividades vêm do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

 

O Colégio Estadual São José, fez a adesão ao Programa Mais Educação em fevereiro de 2014, atualmente fazem parte do Programa 30 alunos, envolvendo cinco professores, compreendendo as disciplinas de Matemática, Artes, Ciências Português e Informática.

Portal São José

 FOTOS EM NOSSO FACEBOOK


 

 eleição

SINDICATO RURAL DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

ELEGE NOVA DIRETORIA

 

No último sábado dia 16 de novembro aconteceu a eleição

da nova diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de

São José das Palmeiras, com a presença do

 Presidente do Sindicato Rural de Palotina e

 Coordenador da Regional II, José Pasqualotto.

CONFIRA MAIS INFORMAÇÃO ... LEIA MAIS...

 
                    

 


 
ITAIPU BINACIONAL
REALIZA MAPEAMENTO DE ÁREAS
EM SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

logo

CONFIRA ... LEIA MAIS ...

 


 

PREFEITO DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS E
COMITIVA VISITA O GOVERNADOR BETO RICHA

encontro

CONFIRA ... LEIA MAIS ...

 


 

Visita da comitiva de São José das Palmeiras

Ao Deputado Estadual

Duílio Genari.

 visita

Nesta última terça-feira (10/09),

o deputado estadual Duílio Genari, esteve recebendo a

comitiva do município de São José das Palmeiras,

formada pelo Prefeito Nelton Brum e

seu Vice-Prefeito Gilberto Salvador,

juntamente com os Vereadores Olavo Dapper e

Geraldo Francisco dos Santos,

onde foram atendidos pelo parlamentar e

pelo chefe de gabinete Olavo Rohde.

Na oportunidade foram revistos os processos já protocolados e

dado o devido encaminhamento das documentações

aos órgãos do Estado, visando dar prosseguimento das liberações de obras

e equipamentos ao município.

Em breve teremos informações completas sobre a ida do Prefeito Nelton Brum e comitiva a Curitiba 

 

 
CRAS /SENAR REALIZA CURSO
DE ARTESANATO EM BAMBU

família rural

CONFIRA ... LEIA MAIS ...

 


 

“CONTE ATÉ 10” REÚNE GRANDE PÚBLICO

 EM SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

Reunião 

Na noite da última quarta-feira dia 11 de setembro

reuniãofoi realizado no Clube de Idosos em São José das Palmeiras

 uma reunião sobre a Campanha “Conte até 10”.

 

CONFIRA ... LEIA MAIS ...



PROJETO: ENCONTRO DA JUVENTUDE SUSTENTÁVEL

ENJUS

 ENCONTRO

REALIZAÇÃO

Secretaria Municipal de Assistência Social,

Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente,

Secretaria de Saúde,

Secretaria de Indústria, Comércio, Turismo e Administração Portuária,

Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, e

Secretaria de Transporte.

CONFIRA  ... LEIA MAIS ...

 

 


MAIS POSTAGENS  - CONFIRA


 

 CONSERVAÇÃO DO SOLO

 melhorias  drenagem

READEQUAÇÃO E MELHORIAS NAS ESTRADAS RURAIS

DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

CONFIRA …LEIA MAIS …

 

CAPELA MORTUÁRIA DEVE ATENDER
MORADORES DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

capela

A Prefeitura de São José das Palmeiras está construindo a
Capela Mortuária, uma antiga reivindicação da comunidade,
desprovida deste serviço.
CONFIRA .... LEIA MAIS ...


 

CISCOPAR  CISCOPAR

 

CISCOPAR – SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS 

Em comemoração aos 20 anos de fundação do

 Consórcio Intermunicipal de Saúde Costa Oeste do Paraná - CISCOPAR,

 na última terça-feira, dia 27 de agosto, a cidade de São José das Palmeiras,

recebeu uma equipe de representantes do CISCOPAR.

 

O Consórcio Intermunicipal de Saúde Costa Oeste do Paraná – CISCOPAR,

foi fundado em 17 de agosto de 1993, completando neste ano 20 anos.


CONFIRA ... LEIA MAIS ...

 

MUNICÍPIO É HOMENAGEADO POR
“UMA DÉCADA DO PROGRAMA CULTIVANDO ÁGUA BOA” 
placa
logo

O Prefeito Municipal de São José das Palmeiras,
Nelton Brum
juntamente com o Diretor Municipal de Meio Ambiente,
Quirino Kesler,
recebeu uma placa em homenagem aos 10 anos de participação do
município no Programa Cultivando Água Boa.

CONFIRA … LEIA MAIS …

 

ESPETÁCULO O SENHOR DOS TEMPORAIS
É APRESENTADO EM
SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

sesc

Na última noite de quarta-feira dia 21 de agosto, oServiço Social do Comércio – SESC,
unidade de Marechal Cândido Rondon, apresentou na cidade de São José das Palmeiras,
o espetáculo “O Senhor dos Temporais”. 
CONFIRA ...LEIA MAIS...
 

 FINAL DO SEGUNDO CAMPEONATO DE BOCHA

ENTRE DUPLAS DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

bocha

O último domingo dia 18 de agosto foi marcado com a final do Segundo
Campeonato de Bocha Entre Duplas com Reservas
da cidade de São José das Palmeiras.
CONFIRA...LEIA MAIS... 

 FAMÍLIAS SELECIONADA PELO PROGRAMA

FAMÍLIA PARANAENSE PARTICIPAM DE REUNIÃO
 
famíia
O Programa Família Paranaense, criado pelo Governo do Estado,
reuniu na manhã da última quinta-feira, dia 15 de agosto,
na sede da Câmara Municipal de Vereadores
da cidade de São José das Palmeiras
as 40 famílias selecionadas pelo Programa. 
CONFIRA ...LEIA MAIS...

ESTRADA RURAL DE

SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS
RECEBE MELHORIAS
estrada

A Prefeitura Municipal de São José das Palmeiras está
realizando um trabalho intenso de
melhorias nas estradas rurais do Município.

CONFIRA ...Leia Mais...
 

 

COHAPAR FAZ ENTREGA EM SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS (PROJETO PNHR)

>

SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS
FEZ ENTREGA DE 15 MORADIAS RURAIS

Aconteceu na tarde da última quinta-feira, dia 08 de agosto
na propriedade do senhor Joaquim Carlos de França – Comunidade Baixadão,
interior da cidade de São José das Palmeiras,
a solenidade de inauguração e entrega das chaves de 15 moradias rurais.

CONFIRA ...Leia Mais....



PROERD FORMA MAIS UMA TURMA
EM SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

<
proerd

Na noite de quinta-feira, aconteceu em São José das Palmeiras
a solenidade da 6ª Formatura dos alunos do
Programa Educacional de resistência às Drogas e à Violência – Proerd.

CONFIRA ...Leia mais... 

 PRODUTORES RURAIS DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

FORNECEM PRODUTOS A COPERFAM
 
coperfam

Segundo Quirino Kesler – Diretor do Meio Ambiente
e Presidente do Conselho Fiscal da
COPERFAM – Cooperativa de Agroecologia e Indústria Familiar,
em São José das Palmeiras há 08 famílias rurais
que fornecem produtos para a COPERFAM.

CONFIRA ...Leia Mais...

 FAMÍLIAS DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA

VISITAM O LOCAL ONDE SERÃO CONSTRUIDAS
SUAS FUTURAS MORADIAS

Na tarde de quinta-feira dia 25 de julho as 40 famílias beneficiadas
pelo Programa Minha Casa Minha Vida – Sub 50
sob a coordenação da Secretaria de Assistência Social estiveram
casinhareunidas na Câmara Municipal de Vereadores de São José das Palmeiras
para tratar diversos assuntos referentes à contrapartida,
exigida pela COHAPAR.

CONFIRA MATÉRIA E FOTOS ...Leia mais....

 MUNICÍPIO VALORIZA

VIVEIRO DE MUDAS E HORTA MUNICIPAL
horta
“A Terra produz o bastante para a necessidade de todos,
mas não suportará a voracidade de alguns”.
Gandhi

CONFIRA ....Leia mais...


 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

REALIZA OBRAS PARA MELHORAMENTO DO MUNICÍPIO
poda canteiro
creche galpão

CONFIRA A MATÉRIA COM FOTOS ...Leia Mais...

 PREFEITO DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

RECEBEU VISITA DE PARLAMENTARES
parlamentares
O prefeito do município de São José das Palmeiras Nelton Brum,
recebeu na manhã da última quinta-feira,
dia 18 de julho a visita de cortesia dos Assessores Parlamentares
do Deputado Federal Dilceu Sperafico,
Vicente Moura e Edilson Gilberto Gnas.

CONFIRA MATÉRIA COM FOTOS ...Leia mais...

 SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS PARTICIPA DA

II CONFERÊNCIA INTERMUNICIPAL DE CULTURA DA BP3
conferência
Na última quarta-feira (10) os professores da Rede Municipal de Ensino
do Município de São José das Palmeiras, participaram da
II Conferência Intermunicipal de Cultura da Bacia do Paraná III (BP3)
etapa preparatória da III Conferência Nacional de Cultura.

CONFIRA MATÉRIA COM FOTOS ...Leia mais...
 
toledo
PORTAL SÃO JOSÉ - SITE E BLOGS - INFORMAÇÃO - DIVULGAÇÃO
 
 
SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS - PARANÁ

SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS - PARANÁ
INFORMAÇÕES DA CIDADE 

1


2

*Quais os atrativos turísticos o município possui?
O município possui algumas vistas panorâmicas, paisagens rurais.


*Qual a distância até Foz do Iguaçu? 3
Distância de São José das Palmeiras até Foz do Iguaçu - 154 quilômetros
4
Tempo: 2 horas 13 min
Rodovia: BR-277 e PR-495


5
*Qual a distância de São José até Cascavel?
Distância de São José das Palmeiras até Cascavel - 90 quilômetros
Tempo: 1 hora 21 min
Rodovia: BR-467 e PR-317


*Qual a distância entre o centro do município até a cidade mais próxima que tem acesso ao reservatório de Itaipu?
A cidade mais próxima é Santa Helena – 40 quilômetros
Tempo: 30 min
Rodovia: BR-317 e PR-495

6
*Qual a melhor época do ano para se visitar?
Festa do aniversário de São José, dia 17 de Abril, onde acontece vários shows e é servido o prato principal do Município, Prato principal – Costela desossada e recheada


Existe alguma cooperativa?
Copagril
Rua José Bonifácio, s/nº tel. (45) 3259-1130
7
8 *Possui hotéis? Quais são?
Sim Possui um hotel (Maria Ruiz), localizado na Avenida José Bonifácio. Tel. (45) 3259-1137

*Possui restaurantes? Quais são?
10
Lanchonete e Restaurante Pontual
Lanchonete do Nipon
Lanchonete Junior
Lanchonete do Neni
Todas localizadas na Avenida José Bonifácio

11
*Quais os acessos até ao município? Por quais rodovias?
De São José das Palmeiras a Santa Helena PR 495
De Santa Helena a Medianeira PR 317
De Medianeira a Foz do Iguaçu BR 277

12
*Possui pronto-socorro? Hospitais? Posto de saúde? Quais os nomes?
Hospital São José Rua Governador Munhoz da Rocha, 1147 Centro tel. (45)3259-1122
Centro de Saúde Municipal Rua Tiradentes, 1000 Centro tel. (45) 3259-1062
13 14

*Possui serviços bancários? Quais agências?


Banco do Brasil
15
Rua 7 de Setembro, s/nº Centro tel. (45) 3259-1451

16
Banco Sicredi
18 19
Avenida José Bonifácio, s/nº Centro tel. (45) 3259-1157

Caixa Econômica
Avenida José Bonifácio S/N
Telefone 45 32591635


*Quais as polícias no município? Civil? Militar? Defesa civil?
Destacamento da Policia Militar do Estado do Paraná
Delegacia de Policia Rua Ana Neri, 977 Tel. (45) 3259-1276

DEFESA CIVIL
Responsáveis pela Defesa Civil:
Claudinéia Marques Bassi
Rogério Della Coletta
20
*Quais as entidades que de certa forma ajudam no desenvolvimento do turismo local?

Associação Cultural e Educativa de São José das Palmeiras


*Qual é o órgão representante do turismo na prefeitura?
Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes
Rua sete de Tiradentes S/N
Telefone 45 32591258


*-ÓRGÃOS DO PODER PUBLICO EM SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS-

-PREFEITURA MUNICIPAL-
Rua Marechal Castelo Branco,979 Tel. (45) 3259-1397 FAX (45) 3259-1150
Prefeito: Nelton Brum
E-mail: pmsjpalmeiras@uol.com.br

-CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES-
Rua Marechal Castelo Branco, 995 Tel. (45) 3259-1257

-SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO-
21
Rua Tiradentes s/n Tel. (45) 3259-1258

-CRAS (Centro de Referência de Assistência Social)-
Rua João Batista Chagas, 991 Tel. (45) 3259-1402

-CONSELHO TUTELAR-
Rua Marechal Castelo Branco, 995 Tel. (45) 3259-1073

-ESCOLAS MUNICIPAL E ESTADUAL DE SÃO JOSÉ-

Colégio Estadual São José
23
Rua Francisco Ângelo, 1020 Tel/Fax: (45) 3259-1233

Escola Municipal Regente Feijó
Rua Francisco Ângelo Tel. (45) 3259-1411

-RADIO DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS-

Rádio Comunitária Nativa FM
23
Rua Presidente Bernardes - Centro - Tel. (45) 3259-1403

-AGÊNCIA DOS CORREIOS-Rua Marechal Cândido Rondon, 832 Tel. (45) 3259-1541


-DETRAN-(Departamento de Transito)-
Rua Sete de Setembro s/n Tel. (45) 3259-1410

-CARTÓRIO DE REGISTRO-
Rua Marechal Castelo Branco Tel. (45) 3259-1283


-EMATER-
Rua Marechal Castelo Branco Tel. (45) 3259-1303
24
-SANEPAR-
Rua Marechal Costa e Silva s/n Tel. (45) 3259-1179


25
-CASA PAROQUIAL-
Rua Presidente Bernardes 285 Tel. (45) 3259-1124
Pároco : Padre João Ribeiro


-LOTÉRICA-
Avenida José Bonifácio Tel. (450 3259-1635

25 26
Pequeno informativo de São José das Palmeiras,
para  divulgar a localização de algumas repartições
do poder publico e comércio. 

PORTAL SÃO JOSÉ
SITE E BLOGS
www.cidadesaojose.com.br

CONFIRA MAIS FOTOS EM NOSSAS PÁGINAS

   foto FOTOS FOTO FOTOS  BOTÃO        


 FOTOS DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS - PARANÁ

 

Paróquia São Joséfoto cidadefoto cidadefoto cidadefoto cidadefoto cidadefoto cidadefoto cidadefoto cidadefoto cidadefoto cidadefoto cidadefoto cidadefoto cidade

 

PORTAL SÃO JOSÉ
SITE E BLOGS
www.cidadesaojose.com.br

 

 


PORTAL SÃO JOSÉ - SITE E BLOGS - INFORMAÇÃO - DIVULGAÇÃO

Acesse a página e confira 

MAPA DA CIDADE COM AS SUAS RUAS POR NOME

 

mapa cidade
NOME DAS RUAS DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

0 – RUA MARECHAL DUTRA
1 – RUA MARECHAL RIBAS
2 – RUA GOVERNADOR M. DA ROCHA.
3 – RUA TENENTE MAX WOLFF
4 – RUA RUI BARBOSA
5 – RUA PRESIDENTE VARGAS
6 – RUA SENHOR DO BONFIM
7 – RUA LUIZ ALVES CABRAL
8 – RUA TIRADENTES
9 – RUA MARECHAL CASTELO BRANCO
10 – RUA MERECHAL COSTA E SILVA
11 – RUA JOÃO BATISTA DAS CHAGAS
12 – RUA MARECHAL CÂNDIDO RONDON
13 – RUA FRANCISCO ÂNGELO
14 – RUA BENJAMIM CONSTANT
15 – RUA DOM PEDRO I
16 – RUA DOS PROFESSORES
17 – RUA ANA NERI
18– RUA OSWALDO CRUZ
19 – RUA SÃO JOSÉ
20 – RUA GENERAL OSÓRIO
21 – RUA ANITA GARIBALDI
22 – RUA ITAIPU
23 – RUA 7 DE SETEMBRO
24 – RUA PRESIDENTE BERNARDES
25 – RUA VITAL BRASIL
26 – RUA MARECHAL DEODORO
27 – RUA CARLOS GOMES
28 – RUA DOS PIONEIROS
29 – RUA COSTA OESTE
30 – RUA PARANÁ
31 – RUA 15 DE NOVEMBRO
32 – RUA 17 DE ABRIL
33 – RUA BOM JESUS
34 – RUA BRASIL

 

mapa da cidade

 

PORTAL SÃO JOSÉ
SITE E BLOGS 
www.cidadesaojose.com.br

 


PORTAL SÃO JOSÉ - SITE E BLOGS - INFORMAÇÃO - DIVULGAÇÃO

Imagens São José 

 

PREFEITURA MUNICIPAL

Rua Marechal Castelo Branco, 979

Tel. (45) 3259-1397 FAX (45) 3259-1150

E-mail: pmsjpalmeiras@uol.com.br

 

 Prefeitura

 

 PREFEITO E VICE-PREFEITO ELEITO

GESTÃO  2013/2016 

PREFEITO: 

Prefeito

NELTON BRUM (DEM)

Primeira Dama:  Marcielli Moreira Brum

 

VICE-PREFEITO:

vice-prefeito

GILBERTO FERNANDES SALVADOR (PP)

 

CÂMARA MUNICIPAL DE

SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

 Rua Marechal Castelo Branco, 995

Tel. (45) 3259-1257

 

Câmara de vereadores 

 •  Vereadores eleitos para a gestão 2013/2016: 

Vereadores eleitos

Diplomação do vereadores eleitos

posse

POSSE DOS VEREADORES,

VICE-PREFEITO E PREFEITO 

01 de Janeiro de 2013

 

COMPOSIÇÃO DA CÂMARA MUNICIPAL

DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS 

OSVALDO PIERAZO

ADEMIR DAHMER BELCURON

                LUIZ CARLOS TONI              

 CLAUDEMIR CREPALDI 

   GERALDO FRANCISCO DOS SANTOS

     JOSÉ CORREIRA LIRA 

                OLAVO DAPPER            

                 SILAS LOURENÇO          

       VALDECI MARQUES DA SILVA

 

v1 v2 Luiz Carlos Toni

v4 v5 v7

v9 v10 v11

 

Mesa Diretora da Câmara Municipal de Vereadores de São José das Palmeiras,

para o biênio 2013 a 2014 foi eleita   

mesa diretora

 

PRESIDENTE: OSVALDO PIERAZO

VICE-PRESIDENTE: JOSÉ CORREIA LIRA

2º VICE-PRESIDENTE: VALDECI MARQUES DA SILVA

SECRETÁRIO: CLAUDEMIR CREPALDI

SEGUNDO SECRETÁRIO: OLAVO DAPPER

 


 

SECRETARIAS MUNICIPAIS

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTES

Rua 7 de Setembro  s/n Tel. (45) 3259-1258 

SECRETARIA DE SAUDE

Centro Municipal de Saúde

Rua Tiradentes 1000 (centro) Tel. (45) 3259-1062

SECRETARIA  MUNICIPAL DE AÇÃO  SOCIAL

Rua  7 de Setembro s/nº  Tel. (45) 3259-1092

CRAS (Centro de Referência de Assistência Social)

Rua João Batista Chagas, 991 Tel. (45) 3259-1402

SECRETARIA DA AGRICULTURA E MEIO AMBIENTE

Rua 7 de Setembro  s/nº  


  

CONSELHOS 

CONSELHO TUTELAR

Rua Marechal Castelo Branco, 995 Tel. (45) 3259-1073


  

DEFESA CIVIL

Rua Marechal Castelo Branco, 979  Tel. (45) 3259-1150 – 3259-1397

Responsáveis pela Defesa Civil:

Claudinéia Marques Bassi

Rogério Della Coletta

 

 

 


HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE SAO JOSÉ DAS PALMEIRAS - CONFIRA


 

PORTAL SÃO JOSÉ - SITE E BLOGS - INFORMAÇÃO - DIVULGAÇÃO
 
Link para baixar a história de São José (CLIQUE AQUI)
 

HINO DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

Hino em PDF (Clique Aqui)


 

SIMBOLOS OFICIAIS DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

BRASÃO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

Brasão

 

O brasão de Armas do Município de São José das Palmeiras também foi idealizado pelos alunas da Escola São José e executado pelo mesmo professor Jean  Vilanueve. No mesmo projeto de lei consta a seguinte descrição do Brasão de Armas Municipal

Artigo 6º - Abaixo da Coroa Mural, destaca-se a centro do Brasão, que, em forma de “U” represente a união existente entre os Munícipes. No centro do mesmo, localizamos ema estrela de cinco pontas, a qual significa “Auto Determinação”, “Guia Seguro” e “Aspiração ás coisas”.

No centro dessa estrela um circulo destacado em alto relevo que representa a força por igualdade que visa um objetivo comum. Dentro da mesma, temos a figura de bovinos, temos a figura de pequenas elevações em cor marrom simbolizando vastas áreas de terras rurais e pastagens ricas existentes no Município. Como plantas ornamentais e suporte do Brasão de Armas, vemos a direita do Brasão em pé de algodão, um dos produtos que trás divisas ao Município, bem como à esquerda vemos um pé de milho, produtos estes, que são o esteio que mais proporcionam divisas aos cofres da municipalidade. Bem abaixo do Brasão de Armas Municipais, o listel com algarismos e dizeres “17 de Abril de 1985” data esta, do dia, mês e ano da emancipação politica e administrativa de São José das Palmeiras.

  

A DESCRIÇÃO  DESSE DOIS SIMBOLOS REMETE  uma realidade já há muito tempo desfeita, a um tempo áureo quando a agricultura fornecia os meios de subsistência. Mais do que uma era passada, o que se observa é a projeção de um ideal, uma representação presa ainda ao Município do qual São José separava-se administrativamente.

 

 

Bandeira do Município de

São José das Palmeiras

 

andeira da cidade

 

SIMBOLOGIA DAS CORES DA BANDEIRA MUNICIPAL
 

COR AMARELA: significa as belezas de nossos trigais, que. Em cor dourada e em forma de uma cruz, nos transmite riquezas, juntamente com o milho que significa o alicerce de sustentação do nosso município, e o trabalho dos nossos munícipes.

COR AZUL: fundo principal da esfera e os quatro cantos em forma de leque, nos lembram o céu e as divisas do nosso Município.

COR MARROM: o solo fértil, que com sua força de produção supre as necessidades da nossa população.

COR VERDE: o verde das palmeiras representam a mata, os campos e os vegetais cultivados em nosso Município.
 
 
 
 
 
Hino do Município de São José das Palmeiras

Letra e Música: Sebastião Lima e José C. Pereira


No planalto, ondulado e verdejante.
Pioneiros, de esplêndida visão.
Derrubando a mata agreste, altissonante
Aqui, plantaram, nova civilização.
17 de Abril está na história,
E simboliza, em nosso peito a alegria,
Por ter conquistado tão grande vitória
Pelo labor, pleno de paz e harmonia.


São Jose das Palmeiras, minha terra
Sou teu filho e tenho, orgulho em dizer,
Em meu ser, é grande o amor que se encerra,
Só por ti, rincão querido, hei de viver,
São José, Milagroso Padroeiro
Abençoe, e proteja este chão
E que neste, recanto brasileiro,
Resplandeçam, o bem querer e união.


E outras riquezas, neste solo colossal,
O seus rios, presentes da natureza,
Irrigando, esta gleba, sem igual,
O teu nome, para sempre, hei de lembrar...
Com ternura e imensa devoção,
São José das Palmeiras, vai ficar...
Eternamente, dentro do meu coração.


Estamos postando o Hino de São José para que todos vejam como é belo.
Linda descrição do que é São José.

VALORIZE O QUE É SEU - SUA CIDADE MERECE

 


Imagens

 

Foto cidade 

Sua História

 Uma herança da antiga Maripá

A  exemplo do que ocorre com muitos dos municípios do Oeste do Paraná, São José das Palmeiras também tem sua história vinculada a uma das principais incorporadoras que chegaram à região por volta de 70 anos atrás.

O território que hoje compõe o município era ligado à vastidão de terras da Colonizadora Maripá, a partir de uma área conhecida por Fazenda Britânia. A área passou a fazer parte do projeto que viraria São José a partir de 1946.

Essa porção de terras foi elevada à condição de distrito administrado pela lei 7.159, de 17 de junho de 1979. A ascensão a município viria em 17 de agosto de 1980, pela lei estadual 875, desmembrando-se de Santa Helena. A instalação oficial data de 1º de janeiro de 1986.

São José das Palmeiras esta a 617 km² de Curitiba. O município de São José das Palmeiras está localizado na região oeste paranaense, é um dos 29 municípios lindeiros ao lago do Itaipu. Possui uma área de 183.282 km², está a 450 metros acima do nível do mar e limita-se ao Norte com o município de Marechal Cândido Rondon,  e Entre Rios do Oeste.

Ao Sul com o Município de Diamante D´Oeste, a Leste com o Município de Toledo e Ouro Verde do Oeste e a Oeste com o município de Santa Helena.

Localização do Município

O inicio da ocupação do território deu-se em 1965 quando colonos oriundos de diversas regiões dos pais, principalmente dos Estados vizinhos (Santa Catarina, Rio Grande do Sul, e São Paulo), empreenderam atividades na agricultura e construíram suas casas em São José das Palmeiras. Em 17 de Abril de 1985 deu-se a criação do Município, a partir do desmembramento de Santa Helena.

A topografia é de montanha e a sede municipal está localizada sobre a serra das Palmeiras. A uma altitude de 450 metros, com temperatura média de 22 C de clima muito agradável.

É um recanto emoldurado por belas paisagens de serra e cultura, a cidade está ligada à atividade agrícola e ao meio Rural.

Na data comemorativa ao aniversário do Município, as festividades se estendem por três dias, contemplando ampla programação, com a realização do rodeio profissional, shows musicais, bailão com a escolha da rainha da festa e almoço típico festivo no Domingo, quando é preparada a “costela desossada e recheada”.

Segundo dados do censo demográfico (IBGE-2010) sua população é de 3831 habitantes, sendo que a maior parte desta população está na área urbana do município.

A primeira atividade agrícola desenvolvida em São José das Palmeiras foi à hortelã. Esta atividade teve duração de 5 a 6 anos, mas promoveu desenvolvimento econômico  e favoreceu a vinda de novos moradores a este município. Após a decadência desta atividade (1975/76) teve início o cultivo do algodão. Devido à produtividade nesta época, despertou nas lideranças políticas o desejo pela emancipação Politico-Administrativa, do até então, distrito de Santa Helena.

O algodão entrou em crise na metade da década de 1990 devido aos altos custos na produção, as pragas e os baixos preços pagos aos produtores no momento da comercialização do produto. Esses fatores colaboraram para que os pequenos e médios proprietários vendessem suas terras e fossem embora para novas frentes agrícolas ou para os centros urbanos. Já os trabalhadores sazonais, conhecidos como "Boias-Frias", sem trabalho tiveram que migrar para outras regiões.

Atualmente, o município de São José conta com grandes áreas de pastagens, de reflorestamento. A economia esta baseada na agricultura (soja,  milho ,feijão, mandioca, algodão ,fumo entre outros), e na pecuária de corte e leite.

 

 

   PREFEITOS

 

 •         ALIPIO FRANCISCO SALVADOR - 1986 – 1988

•          JOÃO SURIAN - 1989 – 1992

•          JOSÉ WILSON DA SILVA - 1993 – 1996

•          ERONISES FERNANDES DA SILVA - 1997 – 2000.

•          JOSÉ NERI DAS CHAGAS - 2000 – 2004

•          JOSÉ NERI DAS CHAGAS - 2005 – 2008

•          NELTON BRUM - 2009 – 2012  / 2013 - 2016

 

 

Dados estatísticos

 

 •         Instalação: 01/01/1986

 •         População: 4.102 habitantes.  Censo IBGE/2010(3)

 •         Território: 183.282 km2

 •            Densidade:  0,02 hab/km²

 •            Altitude: 56,3m

 •            Clima: Subtropical Cfal

 •            Fuso horário: UTC-3

 •         Número de empresas: 170

•          Número de propriedades rurais: 950

 •         Principais culturas: pecuária, soja, milho.

 

 

 •          Prefeito:  Nelton Brum (DEM) 

                                                          •          Vice-prefeito:  Gilberto Fernandes Salvador (PP)

                                                             •         Presidente da Câmara: Osvaldo Pierazo (DEM)

 

Câmara Municipal de São José das Palmeiras

Câmara

Vereadores Legislatura 2013 a 2016

 •         Presidente da Câmara: Osvaldo Pierazo (DEM)

José Correia Lira

Silas Lourenço

Claudemir Crepaldi

Luís Carlos Toni

Ademir Dahmer Belcuron

Osvaldo Pierazo

Valdeci Marques da Silva

Geraldo Francisco dos Santos

Olavo Dapper

 

informações sobre localização

 

RESUMO DO HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS 

Fonte: Arquivo da escola Municipal Regente Feijo/1999

 

Chega a São José, no dia 05 de outubro de 1968 a família Gonçalves Bezerra, de procedência de Janiópolis. Na época havia apenas duas casas, a do senhor João Batista e a do senhor Genésio, que depois com a vinda de compradores de terras e por não ter onde hospedar-se acabou tornando a casa do senhor Genésio em uma pensão. As demais moradias eram barracas de lonas.

 

Dona Alice Geniak, chega a são José, com sua mudança, no dia 09 de outubro de 1969, seu esposo Miguel Geniak, já estava aqui desde o início do ano, já havia derrubado o mato, mas não foi possível fazer a casa.

 

Em junho do ano de 1969, chega a São José o jovem Expedito Barbosa de Campos, veio de Mato Grosso, morar neste pequeno povoado até então. Ele não tinha pais nem conhecia irmãos. Foi uma criança criada com famílias totalmente estranhas. Sua chegada foi com uma simples mala na mão. Porém encontra um povo unido, apesar das fazendas aos arredores ter muita briga pelas terras de posse. Assim ele conta:

“Foi um tempo horrível, matavam gente e jogavam dentro do rio São Francisco, devido a esse fator o rio leva o nome de Corvo Branco até hoje”. Mas isso era só onde haviam posses e terras griladas. A pobreza era intensa, a falta de recursos obrigava o povo a unir-se. Com essas uniões eram abertas as estradas com esforço braçal, de 30 a 40 homens trabalhavam para abrir estradas.

 

Em 72 candidatei-me a vereador junto com o senhor Valdomiro Luckmann, depois de sermos eleitos conseguimos construções de escolas, estradas abertas inclusive a que une a sede. “Devemos muito também aos proprietários da fazenda São José, que abriu muitas ruas e inclusive a rua do lado direito, subindo onde hoje é a Avenida José Bonifácio, até a venda do Severino”.

 

Em janeiro de 1969 a família Gonçalves Bezerra inaugura a primeira casa comercial de secos e molhados. Todos ficaram fregueses do Severino, pois não havia condições de ir comprar em outra cidade, o Severino era muito bom de comercializar. A dona Ana diz ainda em seu relato:

 

“No dia 15 de abril” de 1970, chega mais uma família para São José, a famíla Valdomiro Luckamann, com o ramo comercial Hotel Bela Vista, devido o nome local que estava situado o pequeno povoamento, mas, futura cidade, por ter uma vista bela e de boa altitude. O senhor Valdomiro trabalhou de início com um jeep de aluguel, que conta ele:

Chega a São José, no dia 29 de março de 1970, o senhor Ademar Demito, vindo de Jesuítas, trabalhar no setor comercial, sua primeira e até então atual atividade comercial foi uma máquina de arroz “MÁQUINA DE BENEFICIAMENTO DE ARROZ SÃO JOSÉ”.

 

PERIODO HISTÓRICO DA COLONIZAÇÃO

 

São José teve seu início no final da década de 60 (sessenta), sendo que os primeiros colonizadores que aqui chegaram, vieram da região norte do estado e de outros estados da federação, sendo que a cultura do café estava em seu auge na ocasião, e as terras desta região apresentavam-se propícias a instalação desta cultura, devido aos baixos preços das terras e a sua alta fertilidade houve interesse pela cultura de hortelã, mas com a geada em 1975 que quase dizimou a cultura do café houve uma escalada na erradicação desta cultura, e sendo os colonizadores a maioria de origem nortista, os quais tem uma grande identificação com a cultura do algodão, o que levou a região novamente quase que totalmente para a monocultura do algodão, e outro ponto favorável a isto foi à alta produtividade conseguida com esta cultura e a falta de mão-de-obra da época, pois estavam praticamente saindo da monocultura do café, que era grande empregadora de mão-de-obra, esta tendência persiste até os dias de hoje sendo que a maior área de cultura temporária continua sendo a da cultura do algodão, da área implantada com a cultura temporária, a cultura do algodão nos tempos atuais, nunca ocupou área inferior a 50% da mesma.

 

O solo é composto de terra roxa estruturada e litólicos sendo a maioria de terra roxa.

A colonização do Município deu-se devido o solo fértil apropriada para o cultivo de hortelã, que foi o primeiro ciclo da economia.

A floresta alta com muita madeira de lei como: a peroba, o ipê roxo e amarelo, marfim e outros, nos espigões havia vegetação abundantes de palmitos.

Os primeiros migrantes aventureiros do nosso Município vieram de várias Regiões do Paraná, outros Paulistas, Gaúchos, Catarinenses e Nordestinos esse último com maior predomínio.

Em 1983 começou a emigração para o Mato Grosso e Rondônia e com isso se deslocaram para cá os sulinos indenizados pela Itaipu.

 

COLONIZAÇÃO DE SÃO JOSÉ

DEPOIMENTO DOS PIONEIROS

 

Dona Alice Geniak, chega a São José, com sua mudança, no dia 09 de outubro de 1969, seu esposo Miguel Geniak, já estava aqui desde o início do ano, já havia derrubado o mato, mas não foi possível fazer casa.

 

“Chegamos de mudança bem no dia do aniversário de Elizabete Cristina, a minha filha caçula”. Aqui tudo era mato. Não tinha estradas, era um picadão, não tínhamos onde morar. A dona Filomena do antigo açougue São Jorge, nos arrumou um ranchinho no fundo de sua casa, de um lado era chiqueiro de porco, do outro galinheiro. Em dois cômodos bem pequeninos ficamos morando. Os meus filhos mais velhos posavam na casa do Loro e as meninas na casa da dona Filomena. Chovia muito e, dava uma serração louca.

 

A Maria Lúcia que hoje é professora no Grupo Escolar Regente Feijó, sofreu uma dor de dente que quase morreu como não tinha dentista aqui e ir a Toledo era muito difícil, ela passou muitas noites sem dormir. Dias e dias passaram, até que a dona Filomena foi a Toledo e levou ela para extrair o dente.

 

Ainda me recordo da primeira mulher que faleceu aqui, morreu por não ter recursos médico-hospitalares. Eu fui com mais umas amigas no velório, o sol quase matava a gente.

 

Chovia e depois subia um vapor da terra insuportável. De longe já via o caixão, pois não tinha paredes onde era a sala. O corpo dela foi sepultado fora do local onde era o cemitério velho, pois, não tinha sido derrubado o mato ainda para o local do cemitério. “Essa morte ocorreu na estrada São Joaquim, na primeira descida de pedra”.

 

Chega a São José, no dia 29 de março de 1970, o senhor Ademar Demito, veio de Jesuíta, trabalhar no setor comercial, sua primeira e até então atual atividade comercial foi uma máquina de benefício de arroz São José. Em seu depoimento ele diz:

 

“Gostei muito daqui pelo clima era e é bom às lavouras boas, as estradas férteis. Tudo o que plantava podia esperar que dava.

 

Já havia na época o Grupo Escolar, um posto de gasolina, onde é o atual Posto Itaipu, algumas casas comerciais, um médico o doutor Guido. Era muito bom o lugar só que a produção era retirada da lavoura com muito sacrifício devido às muitas chuvas. “Depois de estar aqui em São José, era transportada para Cascavel, Londrina, Maringá, Curitiba e até para Ponta Grossa”.

 

Devido às muitas chuvas ocorriam mortes nos sítios e o corpo para ser transportado ao cemitério era levado em uma cama desmontada, ou até mesmo em um lençol. Assim disse o senhor Ademar em seu depoimento:

 

“As estradas eram péssimas, na frente de minha casa só tinha uns duzentos metros derrubados do mais eram tudo mato e a estrada era entre os troncos de árvores”.

 

Quando chegava a noite o meu filho Paulo Sérgio não dormia com os olhos inchados de fumaça. “Isso nos dias que dava sol”.

 

Chega a São José, no dia 05 de outubro de 1968, a família Gonçalves Bezerra, de procedência de Janiópolis, Estado do Paraná.

 

Em seu depoimento dona Ana Gonçalves Bezerra, diz:

 

“Vim para cá através de um corretor que ficou sabendo da existência de São José, vim com o objetivo de comprar lotes de terras e colocar um armazém do qual foi a 1ª casa de comércio de São José. Em princípio havia muitos animais de todas as espécies, mas foram desaparecendo com a devastação, queimadas. O clima daquela época era diferente, chovia e ventava mais que hoje, por isso os lucros eram grandes, pois havia as plantações de arroz, feijão e de alguns anos pra cá esses produtos tiveram que ser substituídas. A hortelã que foi uma das primeiras plantações era cultivada no interior do município. O que mais atraiu a chegada da população foi o interesse na produção do café, pois, a terra era muito boa e produtiva. A época de 68, 69 e 70 foi o momento de maior concentração de pessoas pelo fato de existir várias serrarias. As dificuldades encontradas eram as estradas, que não tinham, o jeito era fazer picadas na mata”.

 

Em 1971, chega a São José a família de Catarina A. Pagliarini dos Santos, veio da região oeste do Município de Videiras, foram atraídos pelos solos roxos férteis, especiais para a cultura de todos os tipos. Em seu depoimento ela diz:

 

“sou catarinense da região Oeste do Município de Videiras quando aqui cheguei já havia morado em ALTO Piquiri-Paraná, por dez anos”. Cheguei aqui em São José das Palmeiras em 1971, sendo que já possuíamos propriedades há um ano. Viemos como aventureiros atraídos pelos férteis solos roxos especiais para a cultura de todos os tipos de lavoura da região.

 

Naquela época a nossa região era coberta por uma vegetação alta com muita madeira de lei como: ipê roxo e amarelo, peroba, marfim, cedro, canafistola e outras, os espigões eram cobertos por palmitos que foram tirados principalmente por grileiros; os grileiros eram pessoas que iam até as regiões de palmital com peões que  Invadiam e extraiam os palmitos sem dó e vendiam para as indústrias. Havia também muitos animais e aves como: antas, macacos-veados, onças, capivaras, pacas, jacus-inhambuguaçu, macucos-araras, papagaios urus e outros. As águas dos rios eram limpas e tinha muitos peixes.

 

Na década de 60 até meados da década de 70 o clima era mais controlado não ventava tanto como hoje, e não fazia tanto calor como agora nos últimos anos até mesmo as chuvas eram mais controladas. Isso tudo foi provocado em primeiro ponto negativo o desmatamento intensivo e o segundo ponto, o grande volume de água do Lago de Itaipu.

 

Nosso Município teve como 1º ciclo econômico a cultura da hortelã que, envolvia muita gente para a manutenção, por ser uma cultura que depende somente de mão-de-obra braçal. A população da época era numerosa e com condições de vida bem melhor que atualmente, principalmente quando se fala em alimentação e até mesmo em futuro.

A produção da hortelã era vantajosa em produção por espécie e por preços (o valor por quilo compensava).

 

Foi o tipo do solo Já citado no início a grande atração dos pioneiros ao nosso município, o tipo de cultura da época e a facilidade de conseguir um pedaço de terra. Facilidade em valor, mas havia o problema das terras que possuíam mais que um dono aí a dificuldade, o medo onde muitas pessoas perderam a vida inocentemente. Mas a luta por um pedaço de terra sempre vale a pena.

 

As maiores dificuldades foram à falta de recursos que, eram encontradas em Toledo e Cascavel, mas para chegar até lá havia muita dificuldade por falta de estradas, pontes, e na época chovia muito. O único meio de transporte que enfrentava era o Jeep, mas nem sempre conseguia ultrapassar as barreiras e muitas pessoas perderam a vida. Não tinha escolas e muitas crianças não tiveram oportunidade de frequentar uma sala de aula crescendo assim o índice de analfabetos. “Com isso a maioria das comunidades começou a unir-se e construir escolas que serviam para sala de aula, igrejas e sala de reunião”.

  

PROCESSO COLONIZATÓRIO DO DISTRITO DE SÃO JOSÉ (1968 – 1969)

Arquivo da Escola Municipal Regente Feijo 1994

Em São José não há dados comprovando ou mesmo com afirmações convincentes de que este tenha sido explorado por obrageiros, ou mesmo pela Companhia Colonizadora Maripá ou Madalozzo, esta última foi responsável pela colonização do município de Santa Helena quem São José pertenceu como distrito administrativo até sua ocupação no ano de 1985.

De acordo com alguns documentos como mapas e depoimentos de antigos moradores de São José, até meados dos anos setenta, esta localidade recebia assistência do município de Marechal Cândido Rondon, levando a concluir que este era uma localidade de Marechal Cândido Rondon. E após o município de Santa Helena ganhar o nome de Comarca, São José passa a fazer parte do território da mesma como distrito.

Outro dado interessante que merece destaque é o fato de São José ser reconhecido como distrito-administrativo no dia 07 de junho de 1979, através do então governador do Paraná Ney Braga, este distrito foi criado sendo desmembrado de parte do território pertencente ao também distrito de São Clemente, ambos pertencentes à Santa Helena.

O oeste do Paraná, consequentemente Santa Helena, São José foram ocupados, após a lavoura cafeeira entrar em decadência no Norte do Paraná. Portanto o café atravessa o Rio Piquiri, atingindo o Oeste do Paraná, que passou a formar a nova frente cafeeira, dentro das expectativas da rentável atividade e do terreno propício ao cultivo do mesmo. Neste sentido muitos colonos do Norte do Paraná, São Paulo, Minas Gerais começam a imigrar para São José no final da década de 60 (1968/1969) com o objetivo de adquirir uma propriedade e cultivar o café, e outros vieram com o interesse de colocar uma casa comercial que iria gerar riquezas, pois o lugar era considerado muito bom. Quando se de área específica de São José, segundo antigos moradores este teve em seus primeiros anos de ocupação o cultivo da lavoura de hortelã que dava “bons” lucros e tinha uma boa aceitação nos mercados. E paralelamente havia o cultivo do café que vai ganhando aos poucos uma área maior, ou seja, vai aumentando gradativamente sua área de cultivo, proporcionando à vinda constante de novas famílias para a região. Como coloca o senhor Valmor Silveira, antigo morador de São José:

“Eu vim do Norte do Paraná; Sou catarinense. Vim para São José em 1973. Quando eu vim para cá, vim atraido por ser um lugar novo, coloquei uma sapataria e ganhei muito dinheiro. A hortelã na época era plantada e produzia muito, dava três cortes por ano. A Morisch e outra firma que compravam e pagavam muito bem. Daqui o produto (óleo) era levado para Assis Chateaubriand, e de lá era exportado para o Japão, China e outros países. Plantavam também o café que tinha uma boa produtividade depois começou a gear e em 1975 caiu uma muito forte que quase acabou toda a lavoura de café, então os agricultores cortaram os cafezais e começaram a plantar o algodão”.

Em outra entrevista uma antiga moradora fala dos motivos que levou sua família a virem para São José e adquirir terras, pois as terras aqui eram propícias para o tipo de cultura já conhecida por eles no Norte do Estado.

“Cheguei a São José no ano de 1972, junto com minha família, pois ainda era solteira”. Viemos do Norte do Paraná, pois meu pai foi informado que aqui as terras eram férteis e que tudo que se plantava produzia.

No Norte do Paraná a gente plantava algodão e café. Quando a produção diminuiu, a gente veio para cá procurando novas terras. No início começamos plantar café, milho e feijão. “Depois que caiu a produção do café é que começamos a plantar algodão e trigo”.

(Cleusa Sanches da Silva 28/10/1994)

 

COMPANHIA COLONIZADORA BENTHEIM E A OCUPAÇÃO

A empresa responsável pelo loteamento de parte do Município de São José foi a Colonizadora Benthein&cia Ltda., uma sociedade civil com sede em Maringá, Estado do Paraná, pelo que pode ser analisado devido ao sucesso e desenvolvimento da lavoura cafeeira ter proporcionado no Norte do Paraná, essa empresa tendo conhecimento da fertilidade e o fato de ser um solo com características de que a lavoura do café pudesse ser cultivada e atingir ma boa produção, a colonizadora Benthein tendo em sua direção Bruno Junges, engenheiro, traça uma estratégia seguindo exemplos de colonizadoras do Oeste na questão da política de loteamento de sua área de influência. Analisando a área de atuação desta empresa colonizadora em São José, podemos perceber que os lotes sofriam variações de tamanho de acordo com sua localização, ou seja, se estivesse próxima a uma estrada ou córrego seu tamanho, era reduzido, caso estivesse distante de um córrego, estrada ou sede da cidade, tinha o seu tamanho aumentado, isso para que todos os proprietários fossem beneficiados, por outro lado nenhum colono compraria uma propriedade sem água ou sem acesso a estrada, caso contrário o terreno não teria sua devida valorização.

Essa colônia da companhia Colonizadora Benthein ficou denominada Colônia São José, com uma área de 2.291.30 alqueires, área total hoje é de 9.914 alqueires. Incluindo um pequeno loteamento, onde seria construído o patrimônio. Esse loteamento urbano definido pela Benthein foi seguido, mesmo tendo que ser ampliado para atender a demanda das constantes famílias que chegavam ao novo patrimônio em busca de melhores condições de sobrevivência, pois a Colonizadora Benthein em seu projeto urbano dividiu a cidade em seis quarteirões acima e seis quarteirões abaixo da Avenida principal, que hoje leva o nome de Avenida José Bonifácio.

Devido às necessidades geradas com a constante chegada de moradores o perímetro urbano teve que ser expandido tanto no sentido Leste (São Pedro do Iguaçu), como para o Oeste (Santa Helena). E atualmente a população decaiu muito, não havendo necessidades imediatas de ampliação da área urbana, necessitando somente de melhores condições para evitar a evasão do pequeno número de habitantes que vivem em São José, pois, é sabido, que devido à falta de incentivo a industrialização e assistência aos pequenos e médios proprietários estes foram embora para novas regiões a procura de melhores condições de vida.

A Companhia Colonizadora Benthein tinha como promitente-vendedores os senhores Arthur Bruno Juges, engenheiro e Isaias de Mello Franco, sendo que ficou mais conhecido no então município, o senhor Arthur, que vinha para a área colonizada constantemente realizar as vendas, bem como organizar documentação dos lotes.

Sabendo-se que esta companhia permaneceu vários anos em São José e atualmente não há escritório em atividades normais em São José, bem como no município de São Pedro do Iguaçu onde estão arquivados os documentos.

 

A AGRICULTURA COMO BASE PARA O DESENVOLVIMENTO DE SÃO JOSÉ

A primeira cultura desenvolvida no município foi o hortelã, que tinha uma boa produtividade e bons preços, paralelamente havia o cultivo de produtos para a subsistência familiar. Também logo começou a cultivar o café, essas duas culturas exigiam grande quantidade de mão-de-obra, já que para tocar um a dois alqueires de hortelã seria necessário três a quatro trabalhadores (uma família).

Depois da destruição pela geada da lavoura de café, em 1975, há o início do plantio do algodão, e este foi um produto que proporcionou um desenvolvimento destacável para o distrito. Esse produto com seus lucros e geração de divisas é que vai influenciar os moradores ansiarem e desenvolverem projetos com o objetivo, de emancipação, pois tinha outro, porém; Santa Helena era quem ganhava o nome de grande produtora de algodão.

Segundo o emancipacionista José Aves Cabral em 1983 a produção do município de santa Helena foi em torno de 450 a 500 mil arrobas, sendo que a grande maioria era do distrito de são José, cujo distrito pode ser considerado como produtor de algodão.

Hoje, São José não pode ser considerado como grande produtor de algodão, pois as terras perderam a grande fertilidade e decaiu muito a produção desta cultura, devido aos variados insetos que a afetou como: a broca, lagartas e agora o bicudo.

Devido a esses problemas, houve mudanças no tipo de cultura a ser cultivado, hoje contamos com grande variedade como: soja, milho, feijão, trigo, mandioca, algodão e percebemos o crescimento na atividade pecuária.

Podemos notar que no início da década de 80 São José, estava no seu auge da produção do algodão, contava com um número razoável de habitantes, além de ter grande número de pequenas e médias propriedades.

Os pequenos e médios proprietários sem incentivos venderam suas terras e assim iniciou a formação de grandes propriedades; os chamados latifúndios, que no caso de São José usam suas terras para a criação de gado bovino, ou através do processo de mecanização; planta soja, trigo, algodão, milho e com isso tira o espaço e o trabalho de grande mão-de-obra, pois se usa máquinas para a maior parte do trabalho na lavoura. E essa população migra para os centros urbanos. Apesar disso a base econômica do município ainda é a agricultura, seguida pela pecuária.

 

Analisando a situação econômica atual do município percebemos as transformações e vemos que grande parte da população que vive na área rural é de pequenos proprietários ou arrendatários. Pois os médios proprietários são poucos, e os grandes vivem nas cidades maiores.

 

Esse processo de migração e emigração que se verifica na Região Oeste e que acontece constantemente no Município de São José das Palmeiras, nestes últimos anos, é atribuído na maioria das vezes à falta de capitais pelos pequenos e médios agricultores que ao chegarem ao município encontraram uma terra boa que “produzia tudo que plantava” e não se preocupavam com a preservação do solo e que agora encontra-se enfraquecido. Ao longo dos anos muitos agricultores venderam suas terras e foram embora, no entanto, vieram outros interessados em continuar o trabalho na lavoura, mas sem recursos financeiros, foram obrigados a sairem em busca de financiamento em cooperativas ou bancos e como garantia de pagamento da dívida “penhoram” suas pequenas propriedades para conseguir recursos financeiros para tocar a roça e tirar o sustento da família. Diante desta situação se a lavoura não produz o esperado, devido à variações climáticas, principalmente a falta de chuva nos períodos necessários para o desenvolvimento e amadurecimento das culturas agrícolas, para cobrir o empréstimo feito. Muitos agricultores contraíram uma enorme dívida que aumentou devido aos juros nos órgãos financiadores. Esse processo levou vários pequenos e médios agricultores vender suas terras para pagar a dívida contraída em forma de financiamento agrícola, criado pelo Governo em forma de auxílio ao agricultor e proporcioná-lo melhores condições de sobrevivência, mas de certa forma veio complicar a situação dos agricultores como coloca um pequeno agricultor do município:

 

“Cheguei nesta região no ano de 1968 quando tudo ainda era mata. Comprei cinco alqueires de terra, onde eu e minha esposa sofremos muito para derrubar o mato e dali tirar o sustento de meus seis filhos pequenos.”

 

Com o tempo construí uma casa boa, tinha uma criação razoável de porcos, gado, cavalos, galinhas e caprinos.

 

Em 1979/1980 apelei para financiamento no Banco do Brasil, deu um ano ruim com seca e não deu para pagar a dívida. Então vendi a propriedade para pagar a dívida e ir embora para o Mato Grosso. Cheguei a comprar 50 alqueires lá, mas nunca arrumei dinheiro para ir embora e até hoje sou arrendatário e meus filhos todos foram embora para trabalhar de empregados nas cidades de Toledo e São Paulo.

 

(Antônio F. Dias, 10/10/1994).

 

Por outro lado o problema que intensificou uma rápida concentração da propriedade e a expulsão do homem do campo foi à mecanização agrícola que começou a empregar insumos e máquinas modernas e substituir a mão-de-obra, pois, a máquina passou a realizar o trabalho que antes era realizado por uma família.

 

Esse excedente de mão-de-obra, que a zona rural não absorve se vêem numa situação crítica, sem recursos financeiros para adquirir uma propriedade maior para os filhos trabalhar, (pois mesmo com todos os problemas a terra no município tem preços altos), essas pessoas vão para os centros urbanos causando certo “inchaço”, já que nem sempre oferece mão-de-obra qualificada, para atender a demanda das grandes indústrias, muitos ficam desempregados enquanto outros são manipulados e explorados pelos capitalistas, recebendo uma remuneração nãqo condizente com as necessidades básicas de uma família.

 

Numa análise da situação da área rural do Município de São José vemos o declínio das lavouras de café e algodão que nos primeiros anos de cultivo proporcionaram riquezas aos plantadores.

 

Hoje, com o enfraquecimento do solo, o algodão deixou de proporcionar colheitas satisfatórias, já que é uma lavoura que dá bastantes gastos, do plantio à colheita, fazendo com que pequenos e médios agricultores optassem pelo cultivo de outras atividades entre elas a implantação de pastagens para a criação de gado. Outros chegaram ao ponto máximo de serem obrigados a vender a propriedade, e a partir daí trabalhar como arrendatários, migrarem para cidades e passam a viver como assalariados e outros a se sujeitarem voltar a ser um trabalhador volante, mais conhecido como “boia-fria”, (já é obrigado a levantar de madrugada, fazer uma marmita, embarcar em um caminhão e às dez horas da manhã comer uma comida fria), sem segurança e lei trabalhista que os ampare.

 

Todos esses problemas foram gerados principalmente após os anos 70 com a modernização agrícola, ou seja, com a intensa mecanização no campo, condicionando para que um grande contingente de trabalhadores rurais migrasse para a cidade. Sendo que hoje, apenas 30% da população do Paraná vivem no campo e, quanto mais mecanizada for à lavoura, menor será a quantidade de trabalhadores necessários para o trabalho agrícola.

 

Hoje, a agricultura paranaense é moderna, usa a tecnologia (máquinas e equipamentos), não há necessidade de muitos trabalhadores para realizar o trabalho e o Paraná é considerado um dos maiores produtores de grãos do país.

 

Nesta euforia para modernização, percebemos várias alterações tanto nas estruturas fundiárias, bem como nas relações de trabalho. E por outro lado atualmente a indústria determina o que a agricultura deve produzir. Portanto o campo está ligado aos interesses do setor industrial.

  

O PROCESSO DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS (1982/1985)

 

O município de São José das Palmeiras está localizado na região Oeste do Paraná, limitando-se ao Norte, com o Município de Marechal Cândido Rondon e Entre Rios D’Oeste, ao Sul, com Diamante D’Oeste; ao Leste, são Pedro do Iguaçu, ao Oeste o Município de santa helena e a Nordeste limita-se com Ouro verde D’Oeste.

 

A Emancipação Administrativa do distrito de São José ocorrida em abril de 1985, que até então pertencia a Santa Helena, trás uma mudança considerável na situação econômica e social tanto da população, quanto na infraestrutura do mesmo, como diz Valmor Silveira ex-subprefeito do distrito e atualmente funcionário municipal:

 

“Depois da emancipação São José mudou muito. Hoje temos um parque de máquinas, prefeitura (prédio construído na época que ainda era distrito), Câmara Legislativa, calçamento nas ruas transversais, ampliação do posto de saúde, médicos, dentistas e reativação do hospital que havia fechado, creche e construção de pistas para pedestres e arborização da avenida entre outros”.

 

(Valmor Silveira – 28/10/1994).

 

São José das Palmeiras, no momento que pede o desmembramento do Município de Santa Helena contava com uma população de 10.000 habitantes na zona rural e 3.240 na zona urbana, perfazendo um total de 13.240 habitantes e uma atividade agrícola baseada na cultura de algodão, que representava 50% da economia do município seguido do milho, feijão, soja, arroz e trigo, e também contando com o início da pecuária.

 

No entanto o município não recebia investimentos suficientes para investir em sua estrutura e melhorias, no que tange a questão social.

 

Percebendo a pouca preocupação por parte das autoridades de Santa Helena, em empregar no distrito de São José os impostos arrecadados, algumas pessoas influentes: professores, comerciantes, proprietários e vereadores que representavam o distrito na Câmara Municipal de Santa Helena, dão início a um movimento para conseguir a emancipação do distrito.

 

AS COMISSÕES EMANCIPATÓRIAS DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

A PRIMEIRA COMISSÃO EMANCIPACIONISTA

 

No processo de emancipação de São José das Palmeiras, tivemos a participação político partidário que envolveu duas siglas de bastante destaque no cenário político, o PFL e PMDB.

 

Num primeiro momento os trâmites do processo, foram encaminhados pelo PFL e em outro momento foi formada a segunda comissão para se conseguir a emancipação do distrito.

 

A comissão interessada no desmembramento de São José realizou várias reuniões nas comunidades com o intuito de contar com o apoio da população. Neste sentido a comissão pró-emancipação que era composta pelo secretário João José Fontes, Ilton Veiga, Francisco Ângelo, Helceu Gonçalves Pacheco, Maria Nunes de Oliveira, Alípio Francisco Salvador, realizou no dia 27 de junho de 1982 nas dependências do Esporte Clube São José um plebiscito, para analisar como os moradores iriam apoiar a Emancipação de São José.

 

Na época o distrito contava com 2.829 cidadãos habilitados para votar, dos quais compareceram às urnas 2.693 e destes, 2.572 disseram sim, para a Emancipação de São José e apenas 57 eleitores não eram favoráveis ao desmembramento do distrito. No entanto os que votaram sim desejavam a emancipação do distrito, mas votaram favoráveis influenciados por outras pessoas que diziam ser importante.

 

“... Quando houve o plebiscito, eu votei para sair a emancipação, mesmo não tendo muito interesse para São José emancipar, porque eu achava bom pertencer a Santa Helena. Todo mundo queria que São José fosse Município, então eu também queria”.

 

(Expedida da Silva Souza-28/19/1994)

 

Porém nem todas as pessoas são desta opinião, pois apesar de algumas não ter consciência de seu voto, ir às urnas influenciadas pelos colegas ou simplesmente pelo fato de o voto ser obrigatório no Brasil, outras pessoas também vendem seus votos por favores ou em troca de dinheiro em época de eleições, imitando o Brasil em seus primeiros anos de República, com o predomínio das oligarquias agrárias e o voto de cabresto, ou seja, o eleitorado da classe menos favorecida vendia ou trocava seu voto, sendo obrigados a votar nos candidatos dos fazendeiros.

 

A partir deste plebiscito há o início de um movimento organizado em busca de autonomia político-administrativo, pois a comissão já tinha a certeza do apoio da população de São José. E com a Emancipação podiam empregar no próprio Município os recursos arrecadados, e promover um desenvolvimento maior, em todos os setores do Município, com melhorias de estradas, calçamentos das ruas, reforma e construção de escolas, maior atendimento à saúde e outros, pois o distrito dependia sempre de “boa vontade” da administração de Santa Helena, como é colocado pelo Vereador que representava São Jose na época do Movimento Pró-Emancipação José Neri das chagas:

 

“Faço apelo ao chefe do executivo para que mande as máquinas para São José, lembrando que as estradas estão quase intransitáveis e o colega Cabral, desde abril pediu, e essas máquinas até hoje não foram. No entanto foram trabalhar no Município de missal. Assim fica parecendo que o prefeito não gosta de São José”.  (Ata Nº 11/1983: 161)

 

Formada a comissão pró-emaciação dentro dos regulamentos legais, esta através dos meios políticos (prefeito, deputados), busca apoio no sentido de consolidar a emancipação política do distrito, pois este possuía todos os requisitos necessários e exigidos para sua autonomia político-administrativa, ou seja, estava nos parâmetros exigidos pela (“Lei Complementar Federal Nº 192/80”.) tais como o número de habitantes, número de casas na área urbana, casas comerciais e outras infraestruturas. Diante dos resultados publicados no senso de 1980, verificamos através do Ofício Nº 092/81 de 28 de abril de 1981, que São José satisfazia os requisitos estabelecidos e exigidos por Lei conforme Circular abaixo:

 

“População: 13.240 habitantes, 92 estabelecimentos comerciais, 1 agência do Banco do estado, 1 escritório contábil, 2 postos de gasolina, 1 entreposto da Copagril, 1 estação rodoviária, 2 hospitais, 3 farmácias, 1 unidade sanitária, 1 dentista e 2 médicos, 1 Ginásio Estadual, 1 grupo escolar ambos de alvenaria, 1 Colégio Cenecista de 2º Grau e possui 3.540 eleitores... (Lei Complementar Federal Nº 01 de 09 de novembro de 1967)”.

 

Através do resultado da pesquisa do censo de 1980 há a certeza de que o distrito em sua busca de autonomia política dependeria do trabalho organizado da comissão, já que estavam amparados por Lei.

 

No início da década de 80 o movimento pró-emancipação inicia com objetivo de conseguir a emancipação política de São José. Então são elaborados projetos e enviados aos órgãos competentes, primeiro os projetos deveriam passar pela Câmara Municipal; Neste caso Santa Helena, para serem aprovados pelo Legislativo e somente depois da aprovação no município é que são encaminhados para a Assembléia Legislativa para a homologação.

Dentro dos requistos necessários exigidos por Lei para garantir a Legalidade, os emancipacionistas tinham de engajar a população neste movimento pró-emancipação. Como já foi colocado anteriormente um dos primeiros passos foi à consulta plebiscitária, na qual a comissão procurou saber até onde poderiam contar com o apoio da população. Enquanto isso estava passando-se o prazo estabelecido pela Constituinte para a realização do Plebiscito e consequentemente a aprovação dos Projetos de Leis, para a oficialização do desmembramento num prazo ideal, e haver eleições ainda no mês de novembro. Porém o Plebiscito foi realizado tarde (em junho de 1982), fora do prazo estipulado pela Lei Federal. Assim a comissão pró-emancipação, que era composta por membros do Partido PDS, contando também com o auxílio do Deputado Werner Wanderer, se depararam diante da impossibilidade de realização das eleições para o novo Município; escolhendo os representantes municipais e consequentemente elegendo o referido deputado nesta localidade em retribuição ao apoio prestado à população. Neste meio tempo, (junho a novembro) foi extinto o Partido Democrático Social (PDS), dando lugar ao Partido Democrático Social (PFL) e Werner Wanderer passa a fazer parte desta nova sigla.

Por outro lado nesta mesma época, em meados do ano de 1982, estavam se destacando e ganhando apoio da população dois deputados (Gernote Kirinus e Sabino Campos) que pertenciam ao PMDB e que eram candidatos a reeleição e prometiam a emancipação de São José nos palanques onde discursavam. E Werner que agora já pertencia ao PFL também tinha o mesmo objetivo de seus rivais políticos partidários: o de conseguir a emancipação para São José.

E para surpresa do criador dos projetos de desmembramento do distrito de São José; Werner Wanderer, dos emancipacionistas e da maioria da população, o resultado das eleições de novembro de 1982 foi negativo para Werner, tanto no distrito de São José, bem como no Município de Santa Helena.

Diante desses resultados o deputado que já era considerado “pai” dos projetos e idéias de emancipação política do distrito administrativo de São José vê-se, sem incentivo para continuar apoiando e auxiliando para a oficialização dos projetos, e engaveta-os em seu gabinete.

No entanto o povo de São José e os emancipacionistas ficam aguardando a decisão de Werner Wanderer em levar os Projetos para serem votados na Assembléia Legislativa. Com isso o tempo vai passndo e começa a chegar o final do ano de 1984. Diante da percepção de que o referido deputado não estava interessado nesta emancipação de que o referido deputado não estava interessado nesta emancipação, pois Santa Helena embora não se opõe declaradamente sentia em perder o distrito, por sua vez fazia pressões ocultas, para os deputados não aprovar a emancipação política de São José. Então é formada uma nova comissão emancipacionista filiada no partido do PMDB que resolve recorrer aos deputados desta bancada cobrando o que era prometido em palanques na época das eleições de 1982.

 

A FORMAÇÃO DA SEGUNDA COMISSÃO

 

Segundo depoimentos de emancipacionistas houve duas comissões que trabalhavam para a emancipação de São Jose, no entanto uma era formada pelos membros do Partido PFL estava dentro dos princípios da legalidade, ou seja, era divulgada e trabalhava diretamente com a Câmara Municipal e Estadual, com a população e contava com o deputado Werner Wanderer na orientação do grupo como foi colocado anteriormente.

A segunda comissão foi formada somente nos últimos meses de 1984, depois de todos os projetos estarem prontos e a maioria aprovada. Essa comissão era composta por membros do PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) e contava com o apoio dos deputados Sabino Campos e Gernote Kirinus.

 

Nesta disputa, este grupo aproveitou a “acomodação” de seus “rivais” políticos partidários para agirem, pois, o PFL estava aguardando reposta do Governo do Estado, este na época era o senhor José Richa que por sua vez era do PMDB. Essa comissão tinha participantes das duas comissões como o senhor Alípio Francisco Salvador, Helceu Pacheco e outros como João Suriam, Geraldo Souza Santos e José Nery das Chagas, que se organizaram e viajaram para Curitiba como diz João Suriam ex-prefeito de São José das Palmeiras:

 

“Nós do PMDB organizamos outro grupo e na Semana Santa fomos à Curitiba conversar com o Governador José Richa. Na Capital fomos recebidos pelo Deputado Gernote Kirinus; Caminhamos muito em Curitiba, mas tudo foi fácil... Conseguir a aprovação da Emancipação foi muito fácil!

 

Quando já tinha a aprovação para a Emancipação Política-Administrativa, fomos ao cartório registrar o então novo Município,... pois, era o último prazo para registrar novos municípios e concorrer às eleições.

 

Então já no cartório, houve um imprevisto não podia registrar como São José, pois, havia outros no Estado do Paraná e num instante sugeri São José das Palmeiras, pois, desde que cheguei aqui em 1970 eu escrevia cartas para meus parentes usando este nome, não sei quem colocou, me sinto “patrono” de São José das Palmeiras.

 

... São José melhorou muito depois da emancipação, pois, o ICM arrecadado no Município ia à para Santa Helena e havia pouco retorno para o distrito. Não tinham estradas, pois, as máquinas vinham só uma vez por ano.

 

Houve melhora na Educação, Saúde, ampliamos o Posto de Saúde, temos médico, dentista, um hospital que ainda é carente e não fornece um bom atendimento.

 

Indústrias não têm,  e terá que trazer matéria-prima e levar para fora o produto, já que aqui tem poucos consumidores”.

 

Diante deste fato, a emancipação do distrito estava intimamente ligada a interesses políticos, com expectativas imediatas, onde pessoas da comissão procuravam concretizar a emancipação para com isso nas eleições que estavam se aproximando (novembro) pudessem disputar o poder Municipal e Estadual.

 

Como já foi colocado anteriormente no ano de 1984, tudo volta a ter destaque e o movimento se intensifica novamente, e no ano de 1985, São José adquire sua autonomia Política-Administrativa.

 

O primeiro Prefeito eleito para o Município foi o senhor Francisco Salvador e para Vice-Prefeito o senhor Helceu Gonçalves Pacheco, ambos faziam parte da comissão emancipacionista, e foram cadidatos a vereador vários emancipacionistas, mas que conseguiram ser eleitos foram José Nery das Chagas e Geraldo Souza Santos, o primeiro já havia sido integrante do Legislativo de Santa Helena como vereador representante do distrito de São José.

 

Já no segundo mandato, quem chegou ao Poder Executivo foi também o emancipacionista João Suriam, depois deste, Alípio Francisco Salvador se recandidatou, mas não foi o vitorioso para voltar à administração de São José, como diz um artezão do Município:

 

“... Política hoje virou profissão e fica sempre nas mãos de grupos que em vez de trazer melhorias, como indústrias que geram empregos vivem colocando obstáculos e dizendo que o Município fica num fim de linha e que indústrias nunca se instalarão aqui”.

 

(Comentários A.B.S. 04/11/1994)

 

 

PROBLEMAS NA ÁREA URBANA E RURAL  APÓS A EMANCIPAÇÃO POLÍTICA

 

A emancipação de São José das Palmeiras foi esperada com expectativa, pois, através desta, haveria uma maior possibilidade de empregar os recursos arrecadados no mesmo e consequentemente criar novas possibilidades de desenvolvimento econômico e social.

 

Uma das principais metas dos emancipacionistas era a industrialização do Município como necessária para gerar emprego para os moradores do mesmo, principalmente dos jovens filhos, de pequenos proprietários da área rural de São José.

 

Para entender a situação do Município atualmente, no que tange a questão agrária, social, econômica e populacional, devemos tomar como referência a ocupação do solo nos dias atuais.

 

Segundo dados colhidos na EMATER, em meados de 1985 – ano da emancipação de São José, há um crescimento rápido na concentração das propriedades e aumento das pastagens destinadas à criação de gado. Com isso aumentou o número de propriedades com mais de 200 hectares e decaiu o número de propriedades com menos de 100 hectares, hoje podemos perceber esta disparidade da questão da estrutura fundiária, pois, 446 propriedades de 01 a 20 hectares representam um 6.612,4 hectares, enquanto somente sete compreendem uma área territorial de 5.690,9 hectares, uma diferença considerável da posse da terra.

 

Também observando os dados da ocupação do solo, em 1985 uma área de 11.110 hectares era ocupada em culturas anuais, ou seja, algodão, feijão, milho, soja, trigo, e atualmente houve uma queda chegando a 8.730 hectares, perfazendo uma queda no total de 21%.

 

Já a área ocupada por pastagens teve um aumento considerável do periodo de 1985 até 1992, onde a área era de 7.600 ha. O que observamos também é que em São José, devido a concentração da posse da terra nas mãos de grandes latifúndios,   pequenos proprietários e arrendatários deixaram a área rural e concentraram nas periferias das cidades.

 

Muitos dos pequenos proprietários de nosso Município foram para outros Estados em busca de novas áreas para agricultura enquanto outros foram para cidades para trabalharem como operários, aumentando a demanda de mão-de-obra para as grandes indústrias. E não podemos esquecer que algumas pessoas permaneceram na área urbana do Município, tendo que a administração junto ao Governo criar convênios para construir casas pelos Projetos Mutirões, ou BNH para solucionar parte do problema da moradia.

 

Embora todos esses Projetos em São José, pode-se perceber um lento surto de princípio de “favelação”, pois, pessoas que trabalham como “trabalhadores volantes”, não tem remuneração todos os meses, dificultando o pagamento das prestações da casa, tendo então que procurar soluções, nos arredores da cidade, armar um barraco de lona e viver ali com os filhos, que geralmente são muitos. Como essas pessoas não dispõem de uma remuneração fixa mensal, em certa época do ano estas pessoas passam por sérias dificuldades financeiras, enquanto as crianças vão para as ruas desde pequenos, crescem sem uma educação familiar estruturada, e hoje esse fato preocupa a escola e a população do Município.

 

A industrialização está pouco desenvolvida contando com duas fábricas de panelas de alumínio batido, na qual utiliza-se o processo de reciclagem de alumínio e garantem emprego para algumas pessoas. Contamos com um laticínio recém-criado que produz queijo e vende leite tratado e emprega alguma mão-de-obra, duas sapatarias e uma mini-indústria de café (torrefação e moagem).

 

Enquanto os jovens acompanhados pela família ou sozinhas vão embora para cidades vizinhas ou distante como: Toledo, São Paulo, Curitiba e Santa Catarina, como diz uma moradora do Município que esperava um surto maior de industrialização para garantir trabalho para seus filhos, indústrias estas prometidas desde a campanha para emancipação.

 

“... O povo quase todos foram embora, na época de emancipação a população de São José era de 13.000 e pouco e hoje só tem 5.600, porque os fazendeiros estão comprando todas as terras.

 

Só estamos com o nosso sítio porque estamos segurando muito, pra não ficar sem ele. Hoje meus filhos se quiserem ter um emprego teve que ir para Toledo e Curitiba, porque aqui, só trabalhar na roça, ou só de bóia-fria.

 

Eu acho que São José não melhorou quase nada depois da emancipação, e não sei se vai melhorar, porque só fica na base da promessa...”.

 

(Entrevista R.F.N. 28/10)

 

Diante das colocações anteriores e acima, podemos perceber que as causas e consequencias da expulsão do homem do campo e concomitantemente a migração para as cidades são variadas e bastante acentuadas.

 

O pequeno agricultor foi, e está sendo o maior prejudicado e não está resistindo, seja por dificuldades financeiras, por falta de uma nova atividade agrícola que ofereça uma maior rentabilidade, necessária a manutenção da família e por outro lado há o enfrequecimento do solo devido à monocultura do algodão.

 

Destarte a administração, precisa urgentimente de uma política de incentivo a permanência do homem no campo e consquentemente criar frentes de trabalhos para evitar a migração da população para outros Estados.

 

A migração em municípios pequenos como São José das Palmeiras é desatrosa, pois os municípios recebem o ICMS de acordo com o número de habitantes existentes. Se o número de habitantes é pouco, esse retorno também é pouco, diante disso os governos municipais se vêem com dificuldades de promover o desenvolvimento para os mesmos.

 

Nesta situação se encontra hoje o Município de São José das Palmeiras com a diminuição da população agrícola, o crescimento das pastagens e dos latifúndios, o Município encontra-se estagnado, sem grandes possibilidades de progressos em virtude das poucas chances de industrialização e de modificações na ocupação agrária do mesmo.

 

Estas mudanças não podem ser analisadas e/ou atribuidas como causas ou consequencias da emancipação, mas sim de todo um sistema estrutural e governamental, já que estes acontecimentos não são somente deste município, pois estes problemas são verídicos em todo o território brasileiro.

 

 

PORTAL SÃO JOSÉ
SITE E BLOGS 
www.cidadesaojose.com.br



PORTAL SÃO JOSÉ - SITE E BLOGS - INFORMAÇÃO - DIVULGAÇÃO
BOTÃO                                    bandeira                                logo

 

                                 

                                    VÍDEOS DO PORTAL SÃO JOSÉ:

VÍDEOS

  

NOSSO CANAL NO YouTube
 
todos os vídeos produzidos pelo portal.
 
(CLIQUE AQUI)
 
 
 
 

 

 

Pub

 DIREITOS Reflexão Receitas do Paraná Comportamento Saúde Piadas  VÍDEOS fotos GOVERNO DO ESTADO PARANÁ botão Esportes bandeiraVÍDEOSPENSAMENTOS

CLIQUE NA IMAGEM E OUÇA
MUSICAS DE QUALIDADE

 

CALENDÁRIO OFICIAL DE EVENTOS 2014

 São José das Palmeiras

 Setembro

6 - Noite Louco Som (RF Eventos) - Gameleira

7 - Desfile Cívico - Administração Municipal

14 - Clube Feminino São José

28 - Festa na Comunidade Barra Funda 

Outubro

12 - Festa - Comunidade Codal

 

 

19 - Clube Feminino - Baixadão

25 - Jantar - Igreja Matriz Católica

26 - Campeonato de Futebol

Novembro

8 - Baile do Provopar

16 - Almoço - Clube Feminino São Cristóvão

22 - Carnaval fora de época (RF Eventos)

23 - Clube dos Idosos

29 -  Jantar Italiano - Paróquia São José

Dezembro

7 - Encerramento - futebol

10 - Culto - Colégio Estadual São José

11 - Formatura - Pré - Escola Municipal Regente Feijó

13 - Baile - Colégio Estadual São José

14 - Almoço - Comunidade Codal

17 - Encerramento das atividades - Clube dos Idosos


 

CALENDÁRIO DE DATAS NACIONAIS COMEMORATIVAS DE 2014

Setembro

01 seg Dia do Profissional de Educação Física

03 qua Dia do Biólogo

05 sex Dia da Amazônia

05 sex Dia do Irmão

06 sab. Dia do Alfaiate.

07 dom Independência do Brasil

08 segDia Mundial da Alfabetização

09 terDia do Administrador

09 terDia do Médico Veterinário

14 domDia da Cruz

14 domDia do Frevo

15 segDia do Cliente

16 terDia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio

17 qua Dia da Compreensão Mundial

18 quiDia dos Símbolos Nacionais

19 sex Dia de São Geraldo

19 sexDia Nacional do Teatro

20 sábDia do Gaúcho

21 domDia da Árvore

22 segDia do Contador

22 seg Dia da Juventude do Brasil

22 segDia Mundial Sem Carro

25 quiDia Nacional do Trânsito

26 sexDia Interamericano das Relações Públicas

27 sábDia de Cosme e Damião

30 terDia da Secretária

 

       
 
 
SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS - PARANÁ


SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS - PARANÁ
INFORMAÇÕES DA CIDADE 



2

*Quais os atrativos turísticos o município possui?
O município possui algumas vistas panorâmicas, paisagens rurais.


*Qual a distância até Foz do Iguaçu?
3

Distância de São José das Palmeiras até Foz do Iguaçu - 154 quilômetros
4
Tempo: 2 horas 13 min
Rodovia: BR-277 e PR-495


5
*Qual a distância de São José até Cascavel?
Distância de São José das Palmeiras até Cascavel - 90 quilômetros
Tempo: 1 hora 21 min
Rodovia: BR-467 e PR-317


*Qual a distância entre o centro do município até a cidade mais próxima que tem acesso ao reservatório de Itaipu?
A cidade mais próxima é Santa Helena – 40 quilômetros
Tempo: 30 min
Rodovia: BR-317 e PR-495

6
*Qual a melhor época do ano para se visitar?
Festa do aniversário de São José, dia 17 de Abril, onde acontece vários shows e é servido o prato principal do Município, Prato principal – Costela desossada e recheada


Existe alguma cooperativa?
Copagril
Rua José Bonifácio, s/nº tel. (45) 3259-1130
7
8 *Possui hotéis? Quais são?
Sim Possui um hotel (Maria Ruiz), localizado na Avenida José Bonifácio. Tel. (45) 3259-1137

*Possui restaurantes? Quais são?
10
Lanchonete e Restaurante Pontual
Lanchonete do Nipon
Lanchonete Junior
Lanchonete do Neni
Todas localizadas na Avenida José Bonifácio



*Quais os acessos até ao município? Por quais rodovias?
De São José das Palmeiras a Santa Helena PR 495
De Santa Helena a Medianeira PR 317
De Medianeira a Foz do Iguaçu BR 277


*Possui pronto-socorro? Hospitais? Posto de saúde? Quais os nomes?
Hospital São José Rua Governador Munhoz da Rocha, 1147 Centro tel. (45)3259-1122
Centro de Saúde Municipal Rua Tiradentes, 1000 Centro tel. (45) 3259-1062
13 14

*Possui serviços bancários? Quais agências?

Banco do Brasil
15
Rua 7 de Setembro, s/nº Centro tel. (45) 3259-1451



Banco Sicredi
18 19
Avenida José Bonifácio, s/nº Centro tel. (45) 3259-1157

Caixa Econômica
Avenida José Bonifácio S/N
Telefone 45 32591635


*Quais as polícias no município? Civil? Militar? Defesa civil?
Destacamento da Policia Militar do Estado do Paraná
Delegacia de Policia Rua Ana Neri, 977 Tel. (45) 3259-1276

DEFESA CIVIL
Responsáveis pela Defesa Civil:
Claudinéia Marques Bassi
Rogério Della Coletta


*Quais as entidades que de certa forma ajudam no desenvolvimento do turismo local?

Associação Cultural e Educativa de São José das Palmeiras


*Qual é o órgão representante do turismo na prefeitura?
Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes
Rua sete de Tiradentes S/N
Telefone 45 32591258


*-ÓRGÃOS DO PODER PUBLICO EM SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS-

-PREFEITURA MUNICIPAL-
Rua Marechal Castelo Branco,979 Tel. (45) 3259-1397 FAX (45) 3259-1150
Prefeito: Nelton Brum
E-mail: pmsjpalmeiras@uol.com.br

-CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES-
Rua Marechal Castelo Branco, 995 Tel. (45) 3259-1257

-SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO-

Rua Tiradentes s/n Tel. (45) 3259-1258

-CRAS (Centro de Referência de Assistência Social)-
Rua João Batista Chagas, 991 Tel. (45) 3259-1402

-CONSELHO TUTELAR-
Rua Marechal Castelo Branco, 995 Tel. (45) 3259-1073

-ESCOLAS MUNICIPAL E ESTADUAL DE SÃO JOSÉ-

Colégio Estadual São José

Rua Francisco Ângelo, 1020 Tel/Fax: (45) 3259-1233

Escola Municipal Regente Feijó
Rua Francisco Ângelo Tel. (45) 3259-1411

-RADIO DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS-

Rádio Comunitária Nativa FM

Rua Presidente Bernardes - Centro - Tel. (45) 3259-1403

-AGÊNCIA DOS CORREIOS-Rua Marechal Cândido Rondon, 832 Tel. (45) 3259-1541


-DETRAN-(Departamento de Transito)-
Rua Sete de Setembro s/n Tel. (45) 3259-1410

-CARTÓRIO DE REGISTRO-
Rua Marechal Castelo Branco Tel. (45) 3259-1283


-EMATER-
Rua Marechal Castelo Branco Tel. (45) 3259-1303


-SANEPAR-
Rua Marechal Costa e Silva s/n Tel. (45) 3259-1179


25
-CASA PAROQUIAL-
Rua Presidente Bernardes 285 Tel. (45) 3259-1124
Pároco : Padre João Ribeiro


-LOTÉRICA-
Avenida José Bonifácio Tel. (450 3259-1635

25
     26
Pequeno informativo de São José das Palmeiras,
para  divulgar a localização de algumas repartições
do poder publico e comércio. 

PORTAL SÃO JOSÉ
SITE E BLOGS
 
  

JORNAIS DA REGIÃO
O presente
Jornal D'oeste

  PREVISÃO DO TEMPO

 

SÃO JOSÉ

Pode não ser a maior

Mas é a MELHOR
portal
pr1 cant1 canteiro praça arvore
  portal
cidade 6 pr pr

Portal 

 

TENHA ORGULHO
DE SUA CIDADE
SÃO JOSÉ
DAS
PALMEIRAS

 

 
10
>
9

8


7

6

5

4

3

2

 

Poema

São José

paisagem
 
 
São José é tão querido
Por isso que eu moro aqui
Nessas terras de montanhas.
 

Bonitas, belas e muito felizes.
Essa terra tão imensa
É lugar para morar,
viver e para trabalhar.
 

Lugar de belos rios, nascentes,
matas e cachoeiras.
Sabemos que és belo
Trabalhar aqui e lutar.


Autor: José Airton
Fonte: São José em versos

 

 


Exibir mapa ampliado

 

logo 

 

Voltar ao Início